ue lutavam contra o regime colonial, da então Universidade da Lourenço Marques, hoje Eduardo Mondlane, e os escritores Vergílio de Lemos, José Craveirinha e Luiz Bernardo Honwana. Adrião Rodrigues foi também um dos advogados do processo que julgou dois sacerdotes detidos na Beira pela DGS, acusados de “crime contra a harmonia racial”. Sobre este assunto publicou – com outros advogados do caso (João Afonso dos Santos, António Pereira Leite e William Gérard Pott) – um livro intitulado O Julgamento dos Padres de Macúti (Porto, 1973), na Beira. Foi ainda advogado dos sacerdotes espanhóis Alfonso Valverde Léon e Martin Robles, que estavam presos por terem denunciado às autoridades portuguesas alguns excessos militares sobre as populações civis, na zona de Tete. O julgamento chegou a estar marcado mas depois da denúncia da chacina CANDIDATOS A DEPUTADOS OPOSICIONISTAS de Wiriamu e da visita de Marcello Caetano a Londres, foram amnistiados do crime de que eram acusados. Esta amnistia foi considerada a maior, em termos de pena aplicável, jamais produzida no Estado Novo. Depois do 25 de Abril, no período que antecedeu a independência de Moçambique, fez parte de um Grupo de Democratas de Moçambique – que nada tinha a ver com o anterior do mesmo nome e cujo objectivo era a independência do território e o apoio à Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) como legítima representante do povo moçambicano.Nomeadosegunda-feira, fevereiro 14, 2011
Morreu o primeiro vice do BM
ue lutavam contra o regime colonial, da então Universidade da Lourenço Marques, hoje Eduardo Mondlane, e os escritores Vergílio de Lemos, José Craveirinha e Luiz Bernardo Honwana. Adrião Rodrigues foi também um dos advogados do processo que julgou dois sacerdotes detidos na Beira pela DGS, acusados de “crime contra a harmonia racial”. Sobre este assunto publicou – com outros advogados do caso (João Afonso dos Santos, António Pereira Leite e William Gérard Pott) – um livro intitulado O Julgamento dos Padres de Macúti (Porto, 1973), na Beira. Foi ainda advogado dos sacerdotes espanhóis Alfonso Valverde Léon e Martin Robles, que estavam presos por terem denunciado às autoridades portuguesas alguns excessos militares sobre as populações civis, na zona de Tete. O julgamento chegou a estar marcado mas depois da denúncia da chacina CANDIDATOS A DEPUTADOS OPOSICIONISTAS de Wiriamu e da visita de Marcello Caetano a Londres, foram amnistiados do crime de que eram acusados. Esta amnistia foi considerada a maior, em termos de pena aplicável, jamais produzida no Estado Novo. Depois do 25 de Abril, no período que antecedeu a independência de Moçambique, fez parte de um Grupo de Democratas de Moçambique – que nada tinha a ver com o anterior do mesmo nome e cujo objectivo era a independência do território e o apoio à Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) como legítima representante do povo moçambicano.Nomeado
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
0 comments:
Enviar um comentário