Marcelino dos Santos diz ainda que a guerra civil entre o governo da Frelimo e a Renamo ajudou a “estragar e a apodrecer” alguns camaradas, com algumas possibilidades de enriquecimento ilícito, durante a guerra.O veterano da luta de libertação nacional e membro sénior do partido Frelimo, falava em Maputo, numa palestra sobre o conceito de “geração da viragem e os desafios da juventude”, enquadrada na semana da juventude.Para Marcelino dos Santos, “a geração da viragem” é composta por todos nós, dirigida pela Frelimo e com ideias concretas, cujo objectivo é promover a agricultura e o desenvolvimento rural. Hoje, advogo a necessidade de vocês jovens irem ao campo. Vocês sabem o que significa, para o país, ter camponeneses com 11ª e 12ª classe?”, indagou Marcelino dos Santos.Marcelino dos
nte que deve ser a Frelimo e tem que ser assim. Estamos numa situação de um povo que está a ser correctamente dirigido e é isso o que vale. O que interessa termos 10 mil partidos políticos se todos são uma quinquilharia? Não deve haver ilusões. Nós devemos ser claros, no nosso país não há outra força política capaz. A clareza política para guiar o país e o povo está com a Frelimo.”Na fotografia (grupo) Rabat Kesha (ANC), Marcelino dos Santos (CONCP, FRELIMO), Amália Fonseca (CONCP, PAIGC), Nelson Mandela (ANC), Mário Pinto de Andrade (CONCP, MPLA) e Aquino de Bragança (CONCP) em Rabat, Marrocos, em 1962.
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