
"A
partir desse momento, teremos que fechar a porta dos nossos talhos. Não podemos
vender carne que não seja halal", disse um talhante da comunidade
muçulmana entrevistado pela euronews.
Estas
comunidades religiosas fazem um corte na garganta para sangramento do animal,
sem antes usarem uma técnica anestesiante.
Bem-estar animal ou direitos das minorias?
Os
apoiantes do atordoamento dizem que não se trata de um ataque à tradição, mas
de proteger os direitos dos animais.

"Este
regulamento está na agenda islamofóbica na Europa. Essas pessoas passaram,
também, a visar as organizações judaicas. Penso que muçulmanos e judeus devem
queixar-se, juntos, na justiça", afirmou Mustapha Chairi, presidente do
Coletivo Contra a Islamofobia na Bélgica. O Tribunal Constitucional da Bélgica
já enviou um caso para apreciação num tribunal da União Europeia, referente à proibição
decretada em janeiro, na Flandres. Espera-se uma decisão dentro de dois anos,
que poderá estabelecer precedente para o resto da Europa.
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