
Conhecido por “Suiça da África”, Botswana depende do apoio dos países ocidentais, cujos diplomatas fazem uma avaliação positiva da democracia, do sistema legal e economia daquele país da região.O posicionamento pro-Ocidente do governo de Kham
a tem criado alguma impressão na região. Julius Malema, presidente da Liga da Juventude do Congresso Nacional Africano (ANCYL), na África do Sul, criticou o BDP, acusando-o de um instrumento de imperialismo e uma ameaça à segurança da África.Apesar do ponto de vista de Malema não ter os seus efeitos, diplomatas ocidentais em Gaberone, a capital do Botswna, estão preocupados pela crescente tensão política e social no país.O Executivo de Khama deverá assim lidar-se com tensão social, a avaliar pela onda de manifestações e greves, por incremento salarial de 16 por cento, além de outras questões que preocupam o público.Khama ordenou, há dias, a polícia para reprimir manifestantes. A situação só viria a calmar quando o Presidente autorizou o aumento salarial de três por cento, mas jornais na África do Sul dizem que a situação continua preocupante.Com potencialidades minerais, o desemprego no Botswna situa-se em 25 por cento, numa população de cerca de dois milhões de pessoas.

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