quinta-feira, setembro 28, 2017

Corrupção & Colonialismo

O Presidente do partido Frelimo, Filipe Nyusi, acredita que os moçambicanos são capazes de vencer a batalha contra a corrupção, à semelhança do colonialismo português.Discursando na terça-feira(26), no município da Matola, província meridional de Maputo, na sessão de abertura do 11º congresso do partido no poder em Moçambique, encontro que se prolongará até ao próximo Domingo, Nyusi considerou o combate a corrupção como o maior desafio da actualidade.
Imagem relacionada“Num estado de direito, os dirigentes devem primeiro servir o povo e a pátria. Se fomos capazes de vencer a dominação colonial, teremos que ser capazes de vencer a batalha contra a corrupção. E se fomos capazes de calar as armas, também teremos que ser capazes de combater o crime organizado e construirmos um país feito por e para todos os moçambicanos”, afirmou.
No seu discurso, que se estendeu por cerca de uma hora, durante o qual fez um breve historial dos congressos da Frelimo, desde o primeiro que decorreu em Dar-es-Salam, na Tanzânia, em Setembro de 1962, Nyusi defendeu o reforço das acções de combate sem tréguas contra a corrupção, mal que corrói as instituições e mina os esforços de desenvolvimento do pais.
“O grau de tolerância zero à corrupção deve começar no nosso próprio seio. Deve ser norma desde o topo até a base. Não se deve abusar das funções. O congresso deve ser prova de que tais abusos não devem ficar impunes como são os casos de suborno, extorsão e todos outros desmandos”, disse Nyusi que preside pela primeira vez um congresso do histórico partido Frelimo.

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