"... as coisas antigas já passaram; eis que se
fizeram novas..." 2Cor 5:17
Kandiyane Wa Matuva Kandiya
Será ingenuidade ou simplesmente miopia própria de gente caduca, fósseis e
vegetais, que promove conflitos desnecessários num país que tem tudo para dar
certo?
A edição online de domingo do Mumbai
Mirror, editado na Indía, carrega uma reportagem, assinada por Nazia Sayed,
onde o nome de MBS vem referido como tendo encomendando a “eliminaçao” de Vivek
Goswami, alegadamente um arqui-rival seu no mundo do tráfico de droga.Goswami
foi detido na semana passada pela Polícia queniana, juntamente com sua mulher
Mamta Kulkami, uma antiga estrela da Bollywood, numa operação que envolveu
elementos da agência de combate à droga dos Estados Unidos, a Drug Enforcement
Agency, conhecida por DEA. Goswami é um conhecido barão da droga que cumpriu 15
anos de prisão em Dubai por tráfico de mandrax para aquele país. Foi libertado
após cumprir metade da pena, depois de uma condenação de 25 anos.Para além de
Goswami, foram também presos um barão queniano de nome Barakat Akasha e um
paquistanês de no Ghulam Hussein. O jornal queniano que fez a grande relevação
na semana passada indicava que a detenção dos três traficantes mais a mulher de
Vivek foi possível graças a uma denúncia feita à Polícia queniana por Dawood
Ibrahim, chefão de um grande sindicato da droga denominado pela INTERPOL assim
mesmo: Sindicato Dawood Ibrahim. O Mumbai Mirror escreve que Vivek Goswami é
uma pessoa chegada de um outro traficante de nome Chota Rajan, rival de Dawood
Ibrahim. E aponta-se que o grupo detido era rival “de um outro barão da droga
africano, de nome Momade Bachi Suleman, conhecido popularmente por MBS”.A
imprensa queniana levantou uma suspeita sobre as razões que levaram Dawood a
denunciar o grupo:”Dawood e MBS fizeram um plano para se livrarem dos seus
rivais e por isso forneceram detalhes à polícia queniana, que actuou juntamente
com o DEA”. As recentes detenções no Quénia ocorreram em Nyali, Mombassa, na
residência de Akaash. Todos foram acusados de tráfico de drogas no Quénia e nos
EUA. Goswami investiu muito do dinheiro do tráfico em imobiliária e indústria
hoteleira.As detenções no Quénia ocorreram dias antes do desaparecimento de MBS
em Maputo. Ontem, a Voz da América estabelecia uma ligação entre o
desaparecimento de MBS e as detenções no Quénia. Todavia, de acordo com um
parecer obtido pelo mediaFAX de uma fonte relevante, essa ligação ainda é
forçada uma vez que as detenções no Quénia foram feitas com mandado judicial e
a Polícia confirmou essa operação e a sua colaboração com o DEA.
Por outro lado, a Renamo diz que, na sua forma de
entender, a CNE ainda não divulgou os resultados das recentes eleições
presidenciais, legislativas e provinciais, sendo por isso que ainda espera que
isso aconteça.Fundamenta esta tese afirmando que os resultados não foram
anunciados pelo presidente da CNE, mas sim por “um indivíduo estranho”, neste
caso o director-geral do STAE, Felisberto Naife.“Para nós – a Renamo –, a CNE ainda não divulgou os
resultados. Estamos à espera que o presidente [da CNE] o faça, porque aquilo
que aconteceu é ilegal”, declarou Magibire.Nos termos dos artigos 133 e 141 da
Lei n.º 4/2013 e dos artigos 118 a 123 da Lei n.º 8, de 27 de Fevereiro,
compete à Comissão Nacional de Eleições anunciar publicamente os resultados da
centralização nacional e do apuramento geral das eleições, o que não aconteceu
desta vez.Um edital interessante,na foto. Na Assembleia de Voto
10001404, que funcionou na Escola Primária Tunduro, Cidade da Matola, o edital
correspondente à votação presidencial indica que havia 800 eleitores inscritos
e que das urnas foram retirados 504 votos. Mas na contagem de votos para os
candidatos, o número de votos chegou a 1470
votos.. (B.Álvaro)