O governo de Moçambique prepara um plano que retira 70% do salário mensal ao funcionário afectado por doença prolongada. Depois de dois anos, confirmando-se que já não pode trabalhar, seguir-se-á uma reforma compulsiva.Segundo o porta-voz do governo de Moçambique, Luís Covane, vice-ministro da Educação e Cultura, em 2008, dos cerca de 167 mil trabalhadores da função pública 32.000 estavam infectados, dos quais 10.000 precisavam de tratamento anti-retroviral. Sabe-se que cerca de 1.600 funcionários públicos moçambicanos morrem anualmente vítimas de Sida, o que está a colocar problemas ao Estado, que tem de repor funcionários, “alguns deles altamente qualificados”. Tal situação, leva a grande absentismo e a mortes que obrigam o Estado a “fazer reposição de quadros”, alguns “altamente qualificados” e nos quais se fez um grande investimento.Moçambique, com 20,3 milhões de habitantes, é um dos países mais afectados pela Sida no mundo.sexta-feira, junho 26, 2009
Reforma compulsiva
O governo de Moçambique prepara um plano que retira 70% do salário mensal ao funcionário afectado por doença prolongada. Depois de dois anos, confirmando-se que já não pode trabalhar, seguir-se-á uma reforma compulsiva.Segundo o porta-voz do governo de Moçambique, Luís Covane, vice-ministro da Educação e Cultura, em 2008, dos cerca de 167 mil trabalhadores da função pública 32.000 estavam infectados, dos quais 10.000 precisavam de tratamento anti-retroviral. Sabe-se que cerca de 1.600 funcionários públicos moçambicanos morrem anualmente vítimas de Sida, o que está a colocar problemas ao Estado, que tem de repor funcionários, “alguns deles altamente qualificados”. Tal situação, leva a grande absentismo e a mortes que obrigam o Estado a “fazer reposição de quadros”, alguns “altamente qualificados” e nos quais se fez um grande investimento.Moçambique, com 20,3 milhões de habitantes, é um dos países mais afectados pela Sida no mundo.quarta-feira, junho 24, 2009
Conservação biológica
NOVOS registos de espécies de plantas, répteis e anfíbios, borboletas e pássaros acabam de ser detectados nos ecossistemas mantanhosos do país, o que representa o alargamento da sua ocorrência e necessidade de uma maior conservação pelas autoridades e sociedade no geral.
o e igual período do ano em curso nos montes Chiperone, Namúli, Mabu, Inago e Mchese, este último no Malawi.
os pássaros não houve novas espécies mas realça-se a existência de espécies ameaçadas e de novos registos de áreas de ocorrência natural. A título exemplificativo, em Chiperone oito espécies estão ameaçadas. Fonte: 24 de Junho de 2009:: Notícias
sexta-feira, junho 19, 2009
Brazucas no Zimpeto?
Matematicamente, alguns pontos ainda separam a selecção brasileira da classificação para o Campeonato Mundial de Futebol de 2010 na África do Sul. Mesmo assim, a concorrência para receber a preparação da equipe de Dunga antes do Mundial já está aberta, com algumas nações da áfrica austral do continente a actuar nos bastidores para contar com estrelas como Kaká e Robinho.
Oficialmente, a Confederação Brasileira de Futebol só se pronuncia sobre o caso quando a classificação estiver garantida nas eliminatórias sul-americanas. A entidade também diz que o sorteio dos grupos, com as designações de locais dos jogos, também influenciarão na decisão. No entanto, iniciaram as conversações com os países próximos da África do Sul.
Além da altitude, a língua aparece como carta na manga de outras nações, como Moçambique, também país vizinho da África do Sul, que admite oficialmente o interesse em receber os brasileiros.
"Moçambique já formalizou uma proposta através de seu governo. O país tem
todo interesse em receber a selecção e já está a construir estrutura para isso", diz Leônidas Coelho, segundo secretário da embaixada brasileira em Moçambique. O convite dos moçambicanos à selecção brasileira foi formalizado na última visita do presidente Lula da Silva ao país. A intenção foi reiterada durante a passagem por Maputo do ministro do Turismo Luiz Barreto. Outro país de língua portuguesa que também está na disputa para receber a equipa nacional do Brasil na sua preparação para a Copa é Angola - nação que tem a desvantagem de não fazer fronteira com a África do Sul.
Tolerancia é uma exigência
Frequente nos últimos anos desta legislatura o sentimento de que o tratamento do nacional em função a sua competencia não é atributo principal para as suas aspirações.A moçambicanidade deixou de ser o suficiente para fazer juz aos propositos individuais, colectivos e associativos.
Este “tique” adverso aos sonhos do arquitecto da unidade nacional é alimentado pela bipolarização da política, recaindo toda a responsabilidade aos que insistem em ficar entrincheirados na defesa do seu feudo.Os discursos que se conhecem deixam para as últimas linhas aquelas que eram as principais palavras, como a paz, solidariedade, perdão, unidade e harmonia.Ataques em todos os sentidos e de forma contundente levantam os maus espiritos, aqueles que há muito foram enterrados, agora exorcitados.A intolerância política pouco a pouco, começa a tomar conta dos principais actores numa manifesta arrogância para com uma população que tanto está bem agora como entra no desespero amanhã.As famílias atacadas em tempo de paz por uma multidão de compatriotas muito recentemente na terra natal de Eduardo Mondlane é um dos sinais de quanto a secular tolerancia dos moçambicanos é infectada pelos políticos da actualidade.A ausência de disposição para aceitar pessoas com pontos de vista diferentes é um exemplo triste para a jovem democracia moçambicana.Certo de qu
e os moçambicanos envolvidos nestes actos violentos não tenham sido incitados a tal, não deixa de ser um aviso de que vamos ter um ano eleitoral efervescente.Gente simples, dedicada ao trabalho foi também vítima de uma postura nada cívica, da parte dos auto-intitulados “pais” da democracia no país. Destruição de bens foi a arma utilizada numa afronta aos principios de convivência entre os homens e são testemunhas os que vivem na terra onde nasceu o nosso actual Presidente da República.
Os argumentos têm que ser outros, diferentes das formas mais óbvias de intolerância política, sobretudo aquelas que lançam mão da violencia para esmagar quem não comunga das mesmas ideias.Apela-se a tolerância, sabendo que cada moçambicano sempre pode discordar mas que o faça pacíficamente.Não se pode hipotecar o visível desenvolvimento do país, construindo-o em cima da raiva, menosprezo das pessoas por causa das suas opiniões ou características fisícas ou culturais.Num nível mais extremo pode levar a violencia e na sua forma mais severa ao genocídio.Foi assim no Ruanda, Uganda, Sudão, e Costa de Marfim, apenas alguns exêmplos de povos que decidiram responder aos actos intolerancia usando o terror das armas.
O povo moçambicano é reconhecido como trabalhador e hospitaleiro , não se compreendendo as atitudes violentas reportadas de um dos distritos da terra que viu nascer o arquitecto da unidade nacional.A classe politica não está a falar para o abstrato. Os que ouvem e registam com um olhar atento são também filhos de Deus e como tal têm sentimentos.
quarta-feira, maio 27, 2009
Grosseiros
Os gestores do Estado Moçambicano têm rapidamente de perceber que foi aberta em pleno ano eleitoral uma “cruzada” visando pressionar as vontades do país.Pensada com base na informação sistematizada pelas embaixadas dos países do ocidente com sede em Maputo, esta onda tem vindo pelo que se percebe a ser engendrada há já algum tempo.Sabem quanto Moçambique precisa dos seus apoios quer materiais e financeiros para estabilidade politica que passa necessariamente pelo funcionamento das instituições do Estado. A insistência de Washington em condicionar os apoios em projectos sociais a entrada de médicos americanos, não é mais do que começar “diplomaticamente” a deitar as regras da actual administração Obama.No mandato de Ronald Reagen, a arma foi apoiar todos os grupos contra revolucionários de países de regime socialista, depois , Bush “pai” com sansações económicas a todos aqueles que não comungavam das políticas do ocidente. Bill Clinton com duas medidas e dois pesos , acabou por ser substituído por Bush “filho” que para atingir os seus interesses partiu para o confronto militar. Agora é um senhor chamado Barack Obama que toda a África ficou contente, pelos seus laços genéticos, mas, tal como alguns políticos árabes afirmam, o novo inclino da Casa Branca é americano e, pensa como tal.Recordo que uma das primeiras acções do presidente dos Estados Unidos, foi congelar os salários mais altos dos principais funcionários da Casa Branca, uma medida de austeridade em tempos de crise económica.
Será que a administração Obama quer que o governo Moçambicano faça o mesmo?
Obama anunciou também o endurecimento das regras para os lobistas que trabalham no governo e servem-se das suas funções para tirar proveito avisando que a transparência e o papel da lei serão o estandarte da sua presidência.
Quererão a mesma resposta do governo de Moçambique , pautando pela mesma linha dos americanos?
Barack Obama fez cem dias de governação, e durante este período de emergência económica, foi tomando medidas, de modo que as famílias americanas ao apertarem os cintos não sejam as únicas, mas que o mesmo deve ser feito em Washington, na qualidade de servidores públicos.
É esta uma das razões da interferência nas politicas do governo do nosso país?
Segundo analistas americanos a quantidade de decretos assinados por Obama até agora evidenciam um estilo que vai além do prognosticado. Para estes Obama é mais inclusivo, menos arrogante, mais conciliador, menos doutrinário e mais pragmático, não apenas na forma como administra a maior e mais influente máquina pública do planeta, como na maneira de lidar com os seus aliados e inimigos, quer na política doméstica como na externa. Os gestores do Estado Moçambicano têm rapidamente de perceber o que a América e a Europa Ocidental querem.
terça-feira, maio 26, 2009
Utensílio doméstico
u em 1907, realizado por Paul Cornu, na França. Porém, o primeiro voo de um helicóptero completamente controlável foi demonstrado por Hanna Reitsch em 1937 em Berlim, Alemanha.No início dos anos 40, Igor Sikorsky esteve na base do aparecimento do Sikorsky R4. Em 1946, foi lançada a produção do Bell 47B, que atingia uma velocidade de 140 km/h, com duas pessoas a bordo. Entretanto, no fim dos anos 50, os helicópteros começam a especializar-se e a desenvolver-se, atingindo velocidades de 260 km/h, com até 44 lugares a bordo.Tornando-se um símbolo de poder, o helicóptero veio a ser também uma fonte de prestígio para determinados homens de negócios. Tudo começou quando a companhia norte-americana Bell não ganhou uma encomenda de helicópteros de observação, acabando, em 1965, por adaptar o projecto à área civil. Este helicóptero veio a ser um modelo popular entre os homens de negócios, apreciadores do conforto.Nos anos 70, acabou por ser melhorado, readquirindo o seu interesse militar, pelo que foi vendido a forças armadas de todo o Mundo. Ainda no campo militar, surgiu o AH-64 Apache, que veio a constituir a base dos helicópteros modernos.Na década de 90, surge o Westland-Augusta EH-101, um helicóptero diversificado que suporta o transporte de passageiros, operações militares e de salvamento no mar. Com as melhorias da tecnologia, o consumo de combustível baixou. Os níveis de ruído foram reduzidos, o mesmo sucedendo com as vibrações. Dest
a forma, passa também a haver um menor desgaste da estrutura.sábado, maio 23, 2009
Os mesmos de sempre!!!!
Chama-se
Bert Koenders, holandês, e na sua terra é Ministro para a Cooperação e Desenvolvimento. Reuniu-se com a Dra. Luísa Diogo, Primeira Ministra da República de Moçambique e com o edil da cidade da Beira. No cumprimento do seu programa resolveu fazer uma palestra subordinada ao tema “Os cidadãos de Moçambique, o polo de desenvolvimento”.
“Infelizmente o cenário da diferença entre ricos e pobres em Moçambique é patente” . Onde é que não é?
o todas as crianças para a escola, e direitos iguais para homens e mulheres.” Está mal informado,porque o que mais se tem construído são escolas e o “género” defendido em toda a instituição do Estado Moçambicano.
as visitas do PR as provincias, mas também pelas autoridades locais.” O Ministro Holandês só conhece o Presidente da República, mais ninguém pelos vistos....
Desemprego e.....
segunda-feira, maio 18, 2009
sábado, maio 09, 2009
A utilidade das estatísticas

Em suma, governar para os números, é o mesmo que passar um pano por cima de problemas concretos de natureza social que geram situações de desespero e afectam com especial gravidade os mais desprotegidos.A quem serve as estatísticas?
sexta-feira, maio 08, 2009
Borrada !!!!
o se deram ao trabalho de fazer uma pequena pesquisa na net par
a perceber que aqueles ESTRANGEIROS não são INIMIGOS. Veja o link http://www.orgoniseafrica.com/orgone.html e pesquise outros links dentro do site. Há reportagens fotograficas anteriores de outras expedições a Moçambique e até a Washington DC.
Tudo documentado com fotos, mapas etc. Baseam-se no principio que as torres de telecomunicações, centrais electricas gera
m campos electromagneticos que interferem com a atmosfera, nomeadamente com a concentração de nuvens, interferindo c
om a precipitação e beleza da paisagem. Utilizam 'dispositivos' de fabrico caseiro a base de limalhas de metal e resina ( youtube tem videos sobre como fazer um "tower buster" portanto não é nenhuma arma secreta), as interferencias nocivas dos campos electromagneticos são canceladas ou mesmo iliminadas melhorando a precipitação e a paisagem
resultante e um
afastamento das nuvens.A postura do Presidente Armando Guebuza ,Chefe de Estado Moçambicano foi brilhante deixando já a transparecer que está muito melhor informado do que aqueles que deveriam estar....?quarta-feira, maio 06, 2009
Nicoadala: árvore com dois séculos
São 5 as espécies chamadas de Mogno Africano, todas do gênero Khaya e estão procuradas por reflorestadores devido ao seu rápido crescimento e ao alto valor de sua madeira no mercado internacional:khaya ivorensis, khaya anthotheca, khaya senegalensis,khaya madasgarensis,khaya nyasicaÉ uma planta heliófila, tolerante a sombra durante a fase jovem. É uma árvore de porte elevado, caducifólia (cai as folhas na seca) nos climas áridos, atingindo na natureza alturas de 40 m a 50 m e DAP(diâmetro na altura do peito) de até 200 cm. O caule é retilíneo, isento de ramificações até 30 m de altura e o sistema radicular tabular é bastante vasto.O Mogno Africano tem uso comercial
bastante diversificado, devido às características tecnológicas e à beleza da madeira. A madeira é de elevada durabilidade, fácil de trabalhar e secar, porém de difícil impregnação. O alburno tem coloração marrom-amarelada e o cerne, de cor marrom-avermelhado.É usada em movelaria, faqueado, construção naval e em sofisticadas construções interiores. O mercado europeu consome principalmente a madeira da espécie Khaya ivorensis.Todas as espécies africanas são resistentes ao ataque da praga do broto terminal (Hipsiphyla grandella), praga que inviabilizou os plantios do mogno brasileiro (Swietenia macrophyla). (Fonte texto:www. mudasnobres.com.br)As fotografias (clik) foram tiradas em meados de Março, a 30 Km de Nicoadala, no percurso Chimuara/Quelimane.
segunda-feira, maio 04, 2009
AJUDEM!!!
Cresce o número de vilas e povoações com acesso a rede nacional de energia eléctrica.Mais moçambicanos têm acesso ao país e mundo graçaas a expansão da rêde de telefonia.Melhores estradas permitem facilidades de circulação de pessoas e bens.Moçambique caminha para o relançamemto da sua economia e do bem estar dos seus donos.Não está estagnado como parece, bem pelo contrário.Preocupa sim, a qualidade e durabilidade dos pilares em que vai assentando o seu visivel crescimento.Acontece que a visão dos politicos é muitas vezes pressionada pela manutenção dos ganhos pessoais, desviando-os do compromisso que assinaram no momento em que foram eleitos.Se assim não fossem, os políticos não eram seres racionais. É ou não é? Moçambique em Àfrica e mundo é um País jovem, mas também com o andar do tempo com menos espaço para cometer erros.Os que podem ajudar a corrigir aquilo que é visto a olho nu mas por conveniência deixam de ver, são os lideres religiosos.Estes são actores que podem em forum próprio e descomprometido desafiar os políticos a formularem programas realistas e exequíveis.O
s lideres religiosos devem despertar os eleitores a tomarem consciência do que esta em causa quando se vota.Até ao acto eleitoral podem presssionar pessoalmente e publicamente a classe política a defenderem o bem comum e o interesse de todos. Não se trata de imiscuir na vida política dos partidos, é sim o assumir da responsabilidade social dos dirigentes religiosos na defesa da dignidade humana. Os religiosos não se podem colocar distantes dos problemas, a espera que os eleitos cometam erros para depois emitirem opiniões de quando em vez . Não ajuda a Moçambique a critica do dia seguinte . O povo de Moçambique exige que os lideres religiosos apontem o dedo agora aos políticos e avisem quanto é importante a escolha de candidatos capazes para as assembleias provinciais e parlamento . A comunidade religiosa tem a seu favor tempo pela frente para alertar os políticos que o sucesso eleitoral passa pela escolha de gente capaz de realizar a sua missão com competencia ,cultura, vivencia civica, fidelidade e honestidade. Gente que dá garantias , orientados pelo interesse nacional, e não pelo partidario ou pessoal.O facto de ser candidato não pode ser visto como uma p
romoção, ou uma forma de pagar um favor, mas um serviço que se pede aos moçambicanos mais capazes.É isto que os partidos políticos e os seus dirigentes têm que ouvir e os religiosos não se podem esquivar deste papel.Porquê este apelo aos religiosos?São os únicos na nossa sociedade que ainda são ouvidos. Os únicos que podem alertar, sem receios e com propriedade os limites suportáveis a que o homem moçambicano chegou. São três actos eleitorais importantes.Há que regeitar quem não serve, quem não dá garantias.Na última instancia, perante a surdez e cinismo dos políticos, os lideres de todas religiões e os seus crentes devem-se unir por Moçambique.quinta-feira, abril 30, 2009
De tanto tapar, já não dá mais...
a pena contar quantos buracos existem. Até o cidadão mais exigente perde-se nas contas. “São centenas”, dizem os mais optimistas. “São milhares”, afirmam os que mais sofrem com eles: motoristas de ligeiros, de passageiros até mesmo os que circulam de bicicleta. O pior é que muitos começaram a surgir há meses e até anos sem que tenham sido adoptadas medidas para resolver o problema. A situação é tão séria que, de tanta indignação, transforma este texto numa experiência interactiva. “Está tudo esburacado !”, gritava um motorista . “É para tirar uma foto? Olhe alí do outro lado é pior!”, diz outro. “Film
e aquele atraz do muro”, pede uma dona-de-casa. “Põe no jornal!”, grita um passageiro.Quando chove as crianças brincam dentro das crateras no asfalto. Sem a noção de estarem a por a vida em perigo, os miúdos apenas sorriem,sob o olhar despreocupado das mães já cansadas da situação.O pior é que os buracos são crônicos e aumentam as histórias para contar. Como a registada na conversa com o mecânico J.Amide. “Só em Abril teve que ajudar a desenterrar cinco carros”, testemunha. Um rapaz partiu a perna ao cair da motorizada. Uma mulher grávida de seis meses caiu da bicicleta/tá
xi e foi internada com urgência. Um carro entrou pelo quintal dentro de uma residencia , para desviar do buraco”.Já dentro da cidade, bem no centro ,os buracos vão ocupando as faixas de rodagem Os motoristas mais pressionados pelo tempo até usam o passeio para os peões como desvio. “Com este piso , não há suspensão que aguente”, adianta o “Chapeiro” F.Canivete. Conta que, em menos de um mês, gastou 40% do que facturou para recuperar o seu carro.Os dois factores que levam ao desgaste do asfalto, segundo as autoridades camararias são o tráfego pesado ( viaturas transportando madeira para o porto no ri
o dos Bons Sinais/Cuácua) e a acumulação de água. Mas não só: a falta de manutenção preventiva, que só nos ultimos anos começou a ser feita mas tardiamente. Em Novembro de 2008 foram programados 30 milhões de dolares para a reparação de todo o sistema de drenagem e asflato dos 50km de estrada.Resultado da crise economica mundial, as autoridades camararias viram o valor a muito esperado reduzido para dois milhões de dolares.Estão confirmados sete milhões de dolares para aplicar nas principais vias desde a tubulação, até a compactuação do solo e a recolocação do asfalto”.O conformismo dos citadinos é assustador.No dizer de alguns só lhes resta Deus como tábua de salvação.sexta-feira, abril 17, 2009
Borbulha da fraude
No Brasil o celular era usado pelo eleitor para fotografar a tela da urna eletrônica de modo a comprovar e receber o dinheiro do “comprador de votos”. O Tribunal Eleitoral proibiu, mas veio a criatividade . O aliciador oferece, por exemplo, 50 reais pelo voto do eleitor. Este leva 25 reais de sinal, e é acompanhado no momento da votação por uma criança que tem a função de verificar se ele vai votar no candidato pré-acordado. Fora e confirmado , leva os restantes 25 reais . Mas há mais. A propagação da fraude cibernética onde é usada urna eletrônica. É programada por seres humanos e o seu software é alterável de acordo com as caracteristicas de cada pleito. Por ser programavel pode sofrer a intervenção de maliciosos que queiram alterar os resultados em resposta aos seus interesses e modificar a escolha do voto
com mais facilidade do que se mata um vírus via Internet. Há várias formas de se fazer isto: é possível programar um comando que a cada cinco votos desvie um para determinado candidato mesmo que o eleitor tenha teclado só o número do seu preferido. Talvez eventuais alterações sejam possíveis detecta-las a posterior .Mas descobrir a fraude depois de ocorrida não adianta. O importante é prevenir. O livro "Fraudes e Defesas no Voto Eletrônico" de autoria de dois especialistas brasileiros é, no mínimo inquietante. Em 2005 dois milhões de eleitores alemães não precisaram de fazer, um "x" no boletim de voto, mas fizeram as suas escolhas usando uma urna eletrônica. Segundo o Tribunal Constitucional Federal, sediado na cidade de Karlsruhe, o acto feriu o direito básico de garantia de uma eleição pública. Para o TCF um "evento público" como uma eleição implica que qualquer cidadão possa dispor de meios para averiguar a contagem de votos, bem como a regularidade do decorrer do pleito, sem necessitar, para isso, de conhecimentos especiais. No processo eleitoral tradicional, uma vez que o voto é depositado na urna, qualquer pessoa pode acompan
har a contagem junto do posto de votação. Manipulações, nesses casos, são difíceis, uma vez que podem a qualquer momento ser descobertas. Ora isto não acontece no caso das urnas eletrônicas, em que o eleitor simplesmente aperta um botão e o computador, horas mais tarde, fornece um resultado. Por consequência, os resultados finais são obtidos, acionados que forem os sistemas de processamento electrónico dos dados chegados de todos os postos de votação. O cidadão comum, neste caso, não tem meios para apurar possíveis erros de programação ou manipulações propositadas na parte final do processo eleitoral. Modificar a lei eleitoral de modo a auditar previamente o sistema informatico antes da publicaçaão oficial dos resultados? Muito complicado, em particular se houver actos obscuros para aprovar uma lei que restringe a possibilidade de auditoria externa do processo eleitoral.quarta-feira, abril 15, 2009
Também!!!
Comandante Rachelle Jones, primeira ofical Stephanie Grant e comissáriass Diana Galloway e Robin Rogers formaram a tripulação. A Atlantic Southeast Airlines que voa para a Delta Connection baseada em Atlanta recentemente fez o primeiro voo comercial a jato operado somente por uma tripulaçao de mulheres negras (ou afrodescendentes como seria politicamente correto e geograficamente incorreto)A Delta tem sido parceira da Women in Aviation por mais de uma década, patrocinando cursos e outras atividades. A organização faz conferências anuais em diferentes locais ao redor dos Estados Unidos e selec
ionou Atlanta como sede para o evento deste ano.O vice presidente senior de operações de voo da Delta informa que a companhia tem aproximadamente 150 pilotos do sexo feminino de um total de 7000 e ganhou mais através da fusão com a Northwest Airlines.Não deixa de ser uma importante conquista das mulheres na aviação..........Fonte: Today’s Drum“Page Down & Page Up”
cia e é um teste aos que a defendem.Marcado pela força da representação de provincias mais populosas, a rapaziada esta a construir um edifício com material novo, usado e velho.Este é um exercício de difícel gestão tudo porque a imagem de qualquer organização política e marcada pela sua matriz, e moldada pelos ventos soprados por quem tem na força a razão.Agora os “putos” vão atrapalhar os mais batidos na cena política nacional, ao abrirem-se as ideias de todos quanto queiram dizer o que lhes vai no íntimo, nem que seja para defini-los como uma base avançada de interesses externos.Podem ser uma boa aspirina para a concorrência eleitoralista, obrigando ao fim do caciquismo .Paradoxalmente os dois principais actores da democracia já não escondem a imagem em que se transformaram por dentro, desviando-se na pratica do que concordaram defender nos seus foruns devidos.Sem complexos, de abertura total ,os “tipos” da Beira e arredores estão aí para explorar o caos instalado na luta política do país, pescando tudo quanto seja peixe ou parecido.Os veteranos da nossa política, aqueles que são assumidamente os donos, senhores , “já eram” porque a lei da natureza encarregou-se de lhes tirar a destreza que lhes foi tão útil para pegar em armas.Acontece que, dobradiça velha não abre porta nova, e ,por essa via, os que sabem e fazem, e os que são os pais da democracia, têm que correr a procura de outros “Ferrari” para substituir os actuais, que mesmo tendo bons motores, raramente é-lhes dada a oportunidade de lutarem pela grelha de partida.Atenção que os “putos” têm uma caminhada durissima, por mais que tenham a razão do país, são muito verdes, imaturos para os truques de gente mais calejada e com meios para virar qualquer cenário.Mas parece que os propositos desta miudagem transmitem alguma certeza e mesmo os receosos em opinar começam a espreitar por cima do muro.Torcer, torcer no silêncio para que o outro Clube ganhe pontos, é uma postura comum de quem esta fisicamente acomodado, incerto das suas convicções, quer mudanças e acredita que esses “putos” podem influenciar de fora as regras de convivência no seu casulo.Vai ser giro ver os miúdos da libertação, os miúdos da democracia e os miúdos da inclusão na luta pelo espaço do poder.Afinal, o País é deles, dos jovens os únicos que podem e como entenderem explorar a sua sabedoria para conquistar o seu mundo.Na era de digitalização só vence quem raciocina e percebe os seus principios de modo a aplica-la com criatividade e sem limitantes em qualquer campo de batalha.Convenhamos: macaco velho não tem novo truque.terça-feira, abril 14, 2009
Uma história de sucesso!!!
Num passado não muito distante, os amigos dos “carochas” decidiram fazer um desfile pelas ruas da capital moçambicana.Praticamente ninguém se conhecia, e graças ao “carro do povo”, assim foi baptizado pelos alemães, despontaram novas amizades.Como
um veículo, cujo modelo data dos anos trinta, ainda hoje provoca e desperta as atenções. Para os mais novos a marca é identificada nos modernos modelos como “Vedablio”, assim é pronunciado.Outras linhas, outras caracteristicas técnicas é verdade, mas são os Volkswagen.Estão de volta
as ruas moçambicanas os modelos 1200,1300 e 1500, cada um deles já sofridos pela tempo de vida muito bem escondido graças a criatividade dos seus proprietarios.Voltam a estrada no momento de oscilação dos preços de combustível e uma manutenção onerosa.Foi o Dr. Ferdinand Porsche (avô do actual presidente da Volkswagen, Dr.Ferdinand Piech), que desenhou e e construiu o primeiro protótipo do "Carocha" com a esperança de criar um carro para os de baixa renda.Em
Berlim, Adolf Hilter Hitler mudou o projecto e o VW é usado na guerra sob o aspecto do "KUBELWAGEN". Este carro de guerra foi concebido de maneira a que a sua leveza impedisse de enterrar no deserto.A 10 de Maio de 1945, os soldados Americanos penetraram numa vila perto de Hannover que não figurava nos mapas . Neste lugar dominava uma grande oficina em parte destruída pela guerra. No meio dos escombros, os soldados encontraram peças de aviões, a linha de montagem destes estranhos automóveis com as costas arredondadas.A "Royal Electrical
and Mechanical Enginners", toma conta da oficina de Wolsfburg e assim os britânicos ressuscitaram assim o Volkswagen. Quatro anos depois, a Volkswagen volta para as mãos da então edificada RFA. No verão de 1960, a Volkswagen exporta o Carocha n.º 500.000 para os Estados Unidos e apos quatro anos começa a produzir carros no México. Em 1978 é produzido na Alemanha o último Carocha . A produção da Volkswagen no Brasil, México e Nigéria pa
ssa a ser de 1000 unidades por dia. A produção do Carocha pára no Brasil em 1996. Dois anos depois é apresentado no Salão de Paris o New Beetle.No brasil é baptizado de fusca.,na Espanha,escarabajo,no México, vocho, na Malásia,kareta kura-kura,em Israel,hiposhit,na Africa do Sul,Duiwel,nos EUA, Bug.sexta-feira, abril 03, 2009
"Ó tempo NÃO volta para traz"
Vazio o tambor, barulho ensurdecedor, ruído no desejado entendimento, salva-se a razão da força. Na união das correntes, debaixo do sol abrasador, chuva maltrante e ataques traiçoeiros, forjaram-se convicções, alimentando certezas nos corações tão diferentes e tão parecidos.
A marcha de todos, muitos de todos decidem emagrecer a fila, erguendo o punho entre as linhas que não era assim quando tudo começou. Afinal, a existência dos Estados não se fazem com a blindagem das armas, elas jamais superam os gritos de alegria, de vitória , de desespero,de raiva e de revolta. As rotinas da vida, iguais sim, diferentes na modelagem são o combustível para a inspiração.A distração quando ao acaso, dá tempo a tapar o buraco. A distração quando sempre, arruína e leva a todos.O vento sopra e mal na base piramica. Insiste-se em dosear o bom vento , muda-lo de sentido na ostensiva extremidade. Tão longe e tao perto…o bem e o mal.
Entre eles quem fica?