domingo, fevereiro 02, 2020

Governo Chines realista


Resultado de imagem para ESTUDANTES AFRICANOS CHINA CORONAVIRUSA diplomacia chinesa apelou esta quinta-feira (30) aos estrangeiros que estudam no país para não regressarem às universidades "sem aviso prévio", face ao novo coronavírus detectado em Wuhan e a procurarem cuidados médicos caso apresentam sintomas do vírus.
Em comunicado, o Gabinete de Missões Estrangeiras do Ministério dos Negócios Estrangeiros aconselha os estudantes que viajam na China a "cumprir as medidas de prevenção e controlo adoptadas pelas autoridades locais" e a manter contacto com as instituições de ensino para obter informações sobre o início das aulas.
Resultado de imagem para ESTUDANTES AFRICANOS CHINA CORONAVIRUS"Os estudantes internacionais que estão actualmente nos seus países de origem para as férias de inverno ou que têm previsto matricular-se na primavera, devem manter contacto com as suas instituições de ensino para obter as informações mais recentes sobre o início 
das aulas", explica o Governo chinês.
Resultado de imagem para ESTUDANTES AFRICANOS CHINA CORONAVIRUS
O novo coronavírus, detectado em Dezembro passado na capital da província de Hubei, centro da China, já provocou a morte de pelo menos 170 pessoas no país asiático e infectou mais de 7.700 outras.
A nota ministerial recomenda ainda aos estudantes estrangeiros que sigam "rigorosamente os regulamentos e instruções locais de prevenção e controlo emitidos pelas suas instituições de ensino".
Resultado de imagem para ESTUDANTES AFRICANOS CHINA CORONAVIRUS"Para quem regressa mais cedo à China contra as indicações escolares e não consegue deslocar-se até à universidade devido a restrições de transporte, entre em contacto com a instituição de ensino e a embaixada na China para obter ajuda", acrescenta o comunicado.
Além do território continental da China, foram reportados casos de infecção em Macau, Hong Kong, Taiwan, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Singapura, Vietname, Nepal, Malásia, Austrália, Canadá, Alemanha, França (primeiro país europeu a detectar casos), Finlândia, Índia, Filipinas, Camboja e Emirados Árabes Unidos.

sábado, fevereiro 01, 2020

Coronavírus


A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou esta quinta-feira "uma situação de emergência de saúde pública de âmbito internacional" relativamente ao novo coronavírus, que teve origem na cidade de Wuhan, província de Hubei, centro da China.
Imagem relacionadaEste anúncio desbloqueia, finalmente, um pacote de medidas de prevenção e coordenação à escala mundial."Declaramos que temos uma situação de emergência de saúde pública de âmbito internacional em relação ao novo coronavírus. Não tem a ver com o que está a acontecer na China, mas pelo que está a acontecer noutros países, por causa do potencial para se espalhar", disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que elogiou amplamente as autoridades chinesas e a capacidade de resposta ao surto viral."Não se trata de um voto de desconfiança em relação à China", frisou, agradecendo ao país a cooperação mantida desde o início do surto."O número de casos fora da China tem-se mantido relativamente pequeno", explicou a agência internacional, explicando que existe registo de "98 casos em 18 países fora da China".
Resultado de imagem para oms"Há registo de oito casos de transmissão entre humanos em quatro países [fora da China]. São eles a Alemanha, o Japão, o Vietname e os Estados Unidos. Não há nenhuma morte fora da China, temos que estar gratos. Embora estes números continuem relativamente pequenos, temos agora que agir em conjunto para evitar uma maior propagação", declarou Tedros Adhanom Ghebreyesus.
O comité acrescentou que não há razão para restringir as viagens de avião por causa do vírus e sublinhou que as restrições à circulação de pessoas e bens podem ser ineficazes, perturbar a distribuição de ajuda e ter "efeitos negativos" na economia dos países atingidos.Uma emergência de saúde pública internacional supõe a adopção de medidas de prevenção e coordenação à escala mundial.
Resultado de imagem para oms

Para a declarar, a OMS considera três critérios: uma situação extraordinária, de risco de rápida expansão para outros países e de resposta internacional coordenada.A emergência de saúde pública internacional foi declarada para as epidemias da gripe H1N1, em 2009, dos vírus Zika, em 2016, pólio, em 2014, e do Ébola, que atingiu uma parte da África Ocidental, de 2014 a 2016, e a República Democrática do Congo, em 2018.