As imagens televisivas que entraram por casa dentro não pareciam condizer com o que o jornali
sta ia dizendo. O que se passou na última quinta-feira de Maio em Quelimane, capital provincial da Zambézia, não encaixa na forma de ser e estar das “gentes” da terra do coco.Uma história secular de hospitalidade, que no presente não terá perdido essa caracteristica, mas sim a ruptura com a paciência, compreensão e esperança de as coisas mudarem para melhor. As informações que foram depois chegando por este e aquele conhecido e residente na terra dos “cwabos” confirmavam que as duas avenidas de acesso a cidade foram fechadas por barricadas feitas por populares. A intransitabilidade foi protagonizada por vendedores que viram as suas barracas e
bancas destruídas pelo Concelho Municipal de Quelimane na calada da noite e ao que se diz , sem aviso prévio.Eram locais como outros aos milhares pelo país, onde se vendia roupa, alimentos,... uma saída para matar a fome, sabido que as cidades estão apinhadas de pessoas oriundas do campo e sem emprego.Sendo o comércio informal uma actividade sem regras, concorrendo para a sujidade da cidade e um perigo para a saúde publica, a edilidade, mandou destruir todas as barracas como forma de impedir que se faça comercio ao longo das artérias. “Queremos Pio Matos e não a Polícia”, textos escritos em pequenos cartazes fixados nas bbarri
cadas onde não foi ateado fogo.O Conselho Municipal pretende que os vendedores do "informal" passem para o mercado onde outrora funcionou a Feira das Actividades Económicas da Zambézia (FAE). Estes recusam-se, porque segundo soube-se, aquele local, não oferece condições, visto situar-se longe do itinerário dos potenciais compradores e lamacento em tempo de chuva. Face ao endurecimento da Polícia da República de Moçambique (PRM), disparando e lançando bombas de gaz, os amotinados contrariavam com a concentração de mais pessoas exigindo a presença do Presidente do Município. Pio Matos foi reconduzido pelo voto popular nas eleições de Novembro de 2008.
sta ia dizendo.
bancas destruídas pelo Concelho Municipal de Quelimane na calada da noite e ao que se diz , sem aviso prévio.Eram locais como outros aos milhares pelo país, onde se vendia roupa, alimentos,... uma saída para matar a fome, sabido que as cidades estão apinhadas de pessoas oriundas do campo e sem emprego.Sendo o comércio informal uma actividade sem regras, concorrendo para a sujidade da cidade e um perigo para a saúde publica, a edilidade, mandou destruir todas as barracas como forma de impedir que se faça comercio ao longo das artérias. “Queremos Pio Matos e não a Polícia”, textos escritos em pequenos cartazes fixados nas bbarri
cadas onde não foi ateado fogo.O Conselho Municipal pretende que os vendedores do "informal" passem para o mercado onde outrora funcionou a Feira das Actividades Económicas da Zambézia (FAE). Estes recusam-se, porque segundo soube-se, aquele local, não oferece condições, visto situar-se longe do itinerário dos potenciais compradores e lamacento em tempo de chuva. Face ao endurecimento da Polícia da República de Moçambique (PRM), disparando e lançando bombas de gaz, os amotinados contrariavam com a concentração de mais pessoas exigindo a presença do Presidente do Município. Pio Matos foi reconduzido pelo voto popular nas eleições de Novembro de 2008.
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