Não é o que pensa: as imagens referem-se ao segundo Q400 da LAM em Inhambane ao fazer uma manobra em direcção a zona de desembarque.A tripulação acabou por "não tirar as medidas " e acabou por enterrar o trem de aterragem frontal.
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Não é o que pensa...
Como assim?
O “rapaz” foi fazer alguns biscatos fora da sua zona operacional e no momento em que saltava o Rio Zambeze eis que a Polícia descobre e atira-o para a gaiola. Samito faz parte da dupla que acompanhou um dos mais importantes homens da actualidade, Aníbal dos Santos Junior que em Dezembro “zarpou” da cadeia da PRM de Maputo. Chegou a Maputo de avião proveniente da Beira algemado e teve uma “cerimónia” de boas vindas que só figuras do “bem”
merecem tal destaque.Samuel Januário Nharre (Samito) foi noticia de abertura do telejornal da Televisão Pública de Moçambique (TVM) e não se escusou as perguntas do repórter:T: quem te tirou da cadeia? S:Custódio Pinto.
T: quem? S:Custódio Pinto.
T:o antigo comandante-geral? S:sim.
T:o antigo comandante-geral? S:sim.
T:acompanhar quem? S:Aníbal.
T:acompanhar Aníbal para onde? S: saír com ele, só isso.
T:eram quantos quando sairam da cadeia? S:três.
T:para além de voces quem vos acompanhava? S:quatro policias.
T:quem são? S: não conheço os nomes.
T: como sabe que o Custódio Pinto faz parte disso? S: falei com ele ao telefone.
T:voce falou com ele? S:sim
T: sabe quem matou Todinho? S: não.
T: agora sabes do paradeiro de Aníbal? S.nada.
As primeiras declarações públicas do jovem de 22 anos e que segundo o seu cadastro, está nas lides do crime desde os 14 anos. A PRM bem queria transportar o “rapaz” do aeroporto internacional de Maputo para a cadeia da PIC sem dar nas vistas mas......uma fuga de informação deitou por água a baixo as itenções. Como assim?
T:acompanhar Aníbal para onde? S: saír com ele, só isso.
T:eram quantos quando sairam da cadeia? S:três.
T:para além de voces quem vos acompanhava? S:quatro policias.
T:quem são? S: não conheço os nomes.
T: como sabe que o Custódio Pinto faz parte disso? S: falei com ele ao telefone.T:voce falou com ele? S:sim
T: sabe quem matou Todinho? S: não.
T: agora sabes do paradeiro de Aníbal? S.nada.
As primeiras declarações públicas do jovem de 22 anos e que segundo o seu cadastro, está nas lides do crime desde os 14 anos. A PRM bem queria transportar o “rapaz” do aeroporto internacional de Maputo para a cadeia da PIC sem dar nas vistas mas......uma fuga de informação deitou por água a baixo as itenções. Como assim?
quinta-feira, janeiro 22, 2009
Ouçam os que sofrem! (clik aquí)
“Os líderes da Àfrica Austral falharam em conservar Zimbabueanos num governo que perdeu toda a legalidade,disse Graça Machel o membro do Grupo de pessoas idosas na última quarta-feira em Joanesburgo." Nós confiamos demasiado por muito tempo, é tempo de nós dizermos aos nossos líderes que nós colocamos as vidas nas mãos dos líderes que assumiram a responsabilidade de parar a essa confusão,a SADC "
" Os políticos têm a obrigação de proteger. Eles não tiveram o cuidado para evitar a morte de mil ou mais pessoas julgando que estão a proteger o seu ego.”
A antiga primeira dama de Moçambique falava no lançamento do " Excepto Zimbabwe Now" uma campanha lançada pelos líderes da igreja, incluindo o arcebispo Desmond Tutu, que participo
u num período de jejum para despertar a consciência da crise no Zimbabwe.Machel disse que o Presidente Robert Mugabe da Zanu-PF e o governo tinham perdido toda a legalidade e advertiu outros movimentos de libertação em África a não seguirem o mesmo caminho.No passado, os líderes na região, incluindo Zimbabwe, uniram-se na luta contra colonização, disse G.Machel questionando sobre o que está a acontecer no Zimbabwe. “Aqueles que foram meus camaradas,amigos ontem, hoje brutalisam os seus próprios povos simplesmente porque os povos votaram conscientemente . "
Mais de 2 000 pessoas morreram de cólera no Zimbabwe para além das vitimas do conflito politico entre o Presidente Robert Mugab e o líder do Movimento para a Democracia Morgan Tsvangirai. Estes foram acuasados pela SADC de serem responsáveis pelo arrastar da situação ao não concordarem com a distribuição de algumas importantes pastas governamentais, como a das finanças e da defesa e segurança.
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Discurso do Presidente dos EUA
Meus caros Compatriotas:Eu me coloco aqui hoje humildemente diante da tarefa à nossa frente, grato pela confiança com que vocês me honraram, ciente dos sacrifícios realizados pelos nossos ancestrais. Eu agradeço ao presidente Bush pelo seu serviço à nossa nação, bem como pela generosidade e cooperação que ele mostrou ao longo da transição.
Quarenta e quatro americanos agora já fizeram o juramento presidencial. As palavras foram ditas durante crescentes marés de prosperidade e as águas calmas da paz. Mas, de tempos em tempos, o juramento é realizado entre nuvens que se formam e tempestades violentas. Nesses momentos, a América seguiu à frente não somente pela habilidade ou visão dos que estavam no alto escalão, mas porque Nós o Povo permanecemos confiantes nos ideais dos nossos ancestrais e fiéis aos nossos documentos fundadores.
Assim tem sido. Assim deve ser com essa geração de americanos.
Que nós estamos em meio a uma crise é agora bem sabido. Nossa nação está em guerra, contra uma rede de longo alcance de violência e ódio. Nossa economia está bastante enfraquecida, em consequência da ganância e irresponsabilidade por parte de alguns, mas também por nosso fracasso coletivo em fazer escolhas difíceis e preparar a nação para uma nova era. Casas foram perdidas; empregos cortados; negócios fechados. Nosso sistema de saúde está muito dispendioso; nossas escolas fracassam com muitos; e cada dia traz novas evidências de que as formas como usamos a energia fortalecem nossos adversários e ameaçam nosso planeta.
Esses são os indicadores da crise, assunto de dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profundo, é o enfraquecimento da confiança ao longo de nossa terra - um medo repetido de que o declínio da América é inevitável, e que a próxima geração deve diminuir suas perspectivas.
Hoje eu digo a vocês que os desafios que nós enfrentamos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão vencidos facilmente ou em um período curto de tempo. Mas saiba disso,América: eles serão vencidos.
Nesse dia, nos reunimos porque nós escolhemos a esperança em vez do medo, a unidade de propósito em vez do conflito e da discórdia.
Nesse dia, nós viemos para proclamar o fim às queixas mesquinhas e falsas promessas, às recriminações e aos dogmas desgastados, que por muito tempo já têm enfraquecido nossa política.
Nós continuamos uma nação jovem, mas de acordo com as palavras da Escritura, chegou a hora de se deixar de lado as infantilidades. Chegou a hora para reafirmar nosso espírito tolerante; para escolher nossa melhor história; para prosseguir com esse precioso dom, essa nobre ideia, passada de geração a geração: a promessa dada por Deus de que todos somos iguais, todos somos livres e todos merecem uma chance de buscar sua completa medida de felicidade.
Ao reafirmar a grandiosidade de nossa nação, nós entendemos que a grandeza nunca é dada. Ela deve ser conquistada. Nossa jornada nunca foi de atalhos ou de aceitar menos. Não foi a trilha dos inseguros - daqueles que preferem o descanso ao trabalho, buscam apenas os prazeres das riquezas e da fama. Em vez disso, (nossa jornada) tem sido uma de tomadores de risco, atuantes, fazedores das coisas - alguns celebrados, mas muitos outros homens e mulheres obscuros em seu trabalho - que nos levaram pela longa e espinhosa rota rumo à prosperidade e à liberdade.
Para nós, eles empacotaram suas poucas posses e viajaram pelos oceanos em busca de uma nova vida.Para nós, eles trabalharam duro em fábricas exploradoras e seguiram rumo a Oeste; suportaram o açoite do chicote e lavraram a terra dura.Para nós, eles lutaram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg; Normandy e Khe Sahn.
Ao longo do tempo, esses homens e mulheres lutaram e se sacrificaram e trabalharam até suas mãos ficarem em carne viva, para que pudéssemos ter uma vida melhor. Eles viram a América maior do que a soma de suas ambições individuais; maior que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou facção.
Essa é a jornada que nós continuamos hoje. Nós permanecemos a mais próspera e poderosa nação da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando essa crise começou. Nossas mentes não têm menos imaginação, nossas mercadorias e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada, no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade permanece a mesma. Mas nossa hora de proteger interesses estreitos e adiar decisões desagradáveis - esse tempo certamente passou. Começando hoje, nós precisamos nos levantar e começar de novo o trabalho de reconstruir a América.
Para todos os lugares que olhemos, existe trabalho a ser feito. A situação da nossa economia pede ação, ágil e rápida, e nós agiremos - não apenas para criar novos empregos, mas para lançar a fundação para o crescimento. Nós construiremos as estradas e pontes, as instalações elétricas e linhas digitais que alimentam nosso comércio e nos mantém juntos. Nós levaremos a ciência a seu lugar de merecimento e controlaremos as maravilhas da tecnologia para aumentar a qualidade do sistema de saúde e reduzir seu custo.
Nós usaremos o Sol e os ventos e o solo para abastecer nossos carros e movimentar nossas fábricas. Nós transformaremos nossas escolas, faculdades e universidades para suprir as demandas de uma nova era. Tudo isso nós podemos fazer. E tudo isso nós faremos.
Agora, existem alguns que questionam a escala das nossas ambições - que sugerem que nosso sistema não pode aguentar planos tão grandiosos. Eles têm memória curta. Porque eles se esqueceram de tudo o que nosso país fez; o que homens e mulheres livres podem conseguir quando a imaginação se junta para objetivos comuns e a necessidade para a coragem.
O que os cínicos não entendem é que o chão que eles pisam não é mais o mesmo - que as disputas políticas que nos envolveram por muito tempo não existem mais. A questão que perguntamos hoje não é se nosso governo é muito grande ou muito pequeno, mas se ele funciona - se ele ajuda as famílias a encontrarem empregos que pagam um salário decente, que tipo de seguridade eles dão, uma aposentadoria que seja digna. Onde a resposta é sim, nós queremos ir em frente. Onde a resposta é não, os programas acabarão. E aqueles de nós que manejam os dólares públicos terão que prestar contas - para gastar de maneira sábia, reformar maus hábitos, e fazer nossos negócios à luz do dia - porque apenas assim nós podemos restaurar a confiança vital entre o povo e o governo.
Também não á a questão que se apresenta a nós se o mercado é uma força para o bem ou para o mal. Seu poder de gerar riquezas e expandir a liberdade é ilimitado, mas esta crise nos fez lembrar que sem vigilância, o mercado pode sair do controle - e uma nação não pode prosperar por muito tempo quando favorece apenas os mais ricos. O sucesso da nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho do nosso Produto Interno Bruto (PIB), mas do poder da nossa prosperidade; na nossa habilidade de estendê-la a cada um, não por caridade, mas porque esse é o caminho mais seguro para o bem comum.
Quanto à nossa defesa comum, rejeitamos a falsa escolha entre nossa segurança e nossos ideais. Os fundadores do país, que enfrentaram perigos que sequer imaginamos, redigiram uma carta para assegurar o primado da lei e dos direitos do homem, uma carta expandida pelo sangue de gerações. Esses ideais ainda iluminam o mundo, e nós não vamos abandoná-los por conveniência. E, então, para todos os povos e governos que estão assistindo hoje, das grandes capitais ao pequeno vilarejo onde meu pai nasceu: Saibam que a América é amiga de cada nação e de cada homem, mulher ou criança que procure um futuro de paz e dignidade, e que nós estamos prontos para liderar uma vez mais.
Lembrem-se que gerações anteriores enfrentaram o fascismo e o comunismo não apenas com mísseis e tanques, mas com alianças robustas e convicções duradouras. Eles entenderam que nosso poder sozinho não pode nos proteger, nem nos dá o direito de fazer o que quisermos. Em vez disso, eles entenderam que nosso poder cresce com seu uso prudente; nossa segurança emana da Justiça de nossa causa, da força de nosso exemplo, da têmpera das qualidades de humildade e moderação.
Nós somos os guardiães desse legado. Guiados por esses princípios uma vez mais, podemos enfrentar novas ameaças que exigem um esforço maior - maior cooperação e compreensão entre as nações. Começaremos por sair do Iraque com responsabilidade e por criar um esforço de paz no Afeganistão. Com velhos amigos e antigos adversários vamos trabalhar incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear, e reduzir o espectro do aquecimento global. Não vamos pedir desculpas por nosso modo de vida, nem vamos vacilar em sua defesa, e, para aqueles que procurarem avançar em seus objetivos produzindo terror e matando inocentes, diremos a eles que nosso espírito é mais forte e não pode ser quebrado; eles não poderão prevalecer e nós os derrotaremos.
Sabemos que nossa herança multicultural é uma força, não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus - e ateus. Somos moldados por cada língua e cultura, de cada parte desta Terra; e por causa disso provamos o sabor mais amargo da guerra civil e da segregação e emergimos desse capítulo mais fortes e mais unidos; não podemos senão acreditar que os velhos ódios passarão um dia; que as linhas das tribos vão se dissolver rapidamente; que o mundo ficará menor, nossa humanidade comum deve revelar-se; e que a América vai desempenhar o seu papel em uma nova era de paz.
Para o mundo muçulmano, buscamos um novo caminho a seguir, baseado em interesse e respeito mútuo. Para aqueles líderes pelo mundo que buscam semear o conflito, ou culpam o Ocidente pelosmales de suas sociedades: Saibam que seus povos irão julgá-los a partir do que vocês podem construir, e não destruir. Para aqueles que se agarram ao poder por meio da fraude e da corrupção, saibam que estão no lado errado da História; mas nós estenderemos a mão se vocês estiverem dispostos a cooperar.
Às pessoas das nações pobres, nós queremos trabalhar a seu lado para fazer suas fazendas florescerem e deixar os cursos de água limpa fluírem; para nutrir corpos famintos e alimentar mentes ávidas. E para aquelas nações como a nossa, que vivem em relativa riqueza, queremos dizer que não podemos mais suportar a indiferença quanto ao sofrimento daqueles que sofrem fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem nos importar com as consequências. Nós devemos acompanhar as mudanças do mundo.
À medida que entendemos o caminho que se desdobra diante de nós, recordamos com humilde gratidão aqueles bravos americanos que, a esta mesma hora, patrulham longínquos desertos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos dizer hoje, como aqueles heróis caídos que jazem em Arlington murmuram através dos tempos. Nós os honramos não apenas porque eles não os guardiães de nossa liberdade, mas porque eles representam o espírito de servir ao país; a disposição de encontrar um significado maior que si mesmos. E ainda, neste momento - um momento que vai definir uma geração - é precisamente esse espírito que todos nós devemos viver.
Porque, por mais que o governo possa fazer e precise fazer, em última instância é da fé e da determinação do povo americano que esta nação depende. É a bondade de receber um estranho quando os diques se rompem, é o desprendimento de trabalhadores que preferem reduzir suas horas a ver um companheiro perder o emprego o que nos auxilia em nossas horas mais sombrias. É a coragem do bombeiro de subir uma escada cheia de fumaça, mas também a disposição de pais de criar uma criança o que, no fim das contas, decide o nosso destino.
Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com os quais nós os enfrentamos podem ser novos. Mas aqueles valores dos quais nosso sucesso depende - trabalho duro e honestidade, coragem e justiça, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo - essas coisas são antigas. Essas coisas são verdadeiras. Elas têm sido a força quieta do progresso ao longo de nossa história. O que se exige, então, é uma volta a essas verdades. O que se exige de nós agora é uma nova era de responsabilidade - um reconhecimento, por parte de todo americano, de que nós temos deveres para conosco, nossa nação e o mundo; deveres que nós não aceitamos a contragosto, mas com alegria, firmes no conhecimento de que não há nada tão satisfatório para o espírito, tão definidor de nosso caráter, do que dar tudo o que podemos numa tarefa difícil.
Este é o preço e a promessa da cidadania.
Esta é a fonte de nossa confiança - o conhecimento de que Deus nos convoca a dar forma a um destino incerto.
Este é o significado de nossa liberdade e de nosso credo - por que homens e mulheres e crianças de toda raça e de toda fé podem se unir numa celebração neste magnífico Mall, e por que um homem cujo pai, menos de 60 anos atrás, poderia não ser servido num restaurante local, agora pode estar diante de vocês para fazer um juramento sagrado.
Por isso, vamos marcar esse dia com a lembrança de quem somos e quão longe viajamos. No ano do nascimento da América, no mais frio dos meses, um pequeno grupo de patriotas se encolhia em torno de fogueiras que se apagavam, às margens de um rio gelado. A capital estava abandonada. O inimigo estava avançando. A neve estava manchada de sangue. Num momento em que nossa revolução estava em dúvida, o pai de nossa nação ordenou que essas palavras fossem lidas para o povo:
"Que seja dito ao mundo futuro que, na profundidade do inverno, quando nada além da esperança e da virtude poderia sobreviver, a cidade e o país, alarmados diante de um perigo comum, saiu para enfrentá-lo."
América. Em face de nossos perigos comuns, neste inverno de nossas dificuldades, vamos lembrar essas palavras eternas. Com esperança e virtude, vamos enfrentar uma vez mais as correntes geladas e resistir quaisquer tempestades que possam vir. Que seja dito pelos filhos de nossos filhos que, quando fomos testados, nós nos recusamos a deixar esta jornada terminar, que nós não viramos as costas, que nós não vacilamos; e, com os olhos fixos no horizonte e a graça de Deus sobre nós, levamos adiante o grande dom da liberdade e o entregamos com segurança paras as gerações futuras." (EUA)
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Obama na contagem decrescente.....
Cresce a expectativa sobre o discurso de Barack Obama no dia 20 de Janeiro. O novo Presidente americano é conhecido pelo dom da palavra e sabe-se que o discurso está a ser preparado com grande cuidado.Eis entretento a lista dos principais membros da administração do próximo presidente norte-americano, estando pendente da ratificação de algumas nomeações pelo Senado, a Câmara Alta do Congresso, e sem o nome do secretário do Comércio, desde a desistência de Bill Richardson. - Vice-presidente: Joe Biden
- Secretária de Estado: Hillary Clinton
- Secretário da Defesa: Robert Gates
- Secretária da Segurança Interna: Janet Napolitano
- Ministro da Justiça: Eric Holder
- Secretário do Tesouro: Timothy Geithner
- Secretário do Comércio: ---
- Secretário dos Antigos Combatentes: général Eric Ken Shinseki
- Secretário da Energia: Steven Chu
- Secretário da Educação: Arne Duncan
- Secretário da Agricultura: Tom Vilsack
- Administradora da Agência da Protecção Ambiental: Lisa Jackson
- Conselheira para o Combate às Mudanças Climáticas: Carol Browner
- Secretário dos Recursos Naturais: Ken Salazar
- Secretário da Saúde e Segurança Social: Tom Daschle
- Secretário da Habitação e Desenvolvimento Urbano: Shaun Donovan
- Director do Orçamento na Casa Branca: Peter Orszag
- Conselheiro para a Segurança Nacional: général James Jones
- Embaixadora junto da ONU: Susan Rice
- Presidente da SEC, organismo regulador da bolsa norte-americana: Mary Schapiro
- Director do Conselho Económico Nacional: Lawrence Summers
- Conselheiro para a Reconstrução Económica: Paul Volcker
- Conselheira Económica: Christina Romer
- Directora do Conselho da Política Interna: Melody Barnes
- Secretária-Geral da Casa Branca: Rahm Emanuel
- Conselheiro Principal: David Axelrod
- Porta-voz da Casa Branca: Robert Gibbs (x)
Controle Música
AFRICANA EMOTIVA NEGRA
Quando nasci, eu era negra.
Quando cresci, eu era negra.
Quando estou doente, eu sou negra.
Quando morrer, serei negra.
OCIDENTAL NEGRA
Mas você… quando nasce é rosado.
Quando cresce… é branco.
Quando está doente… é verde.
Quando sai o sol, se torna vermelho.
Quando está com frio, é azul.
Quando morre, se torna roxo.
E você tem coragem de chamar a mim de “cor”?
quarta-feira, janeiro 14, 2009
ESTÁ A NASCER
O Norte de Moçambique está em termos comerciais desligado do centro e sul do país. Uma região riquíssima mas os sérios problemas nas vias de acesso em particular rodoviários limitam a chegada de produtos agrícolas a outros mercados onde se concentram
uma importante fatia de consumidores. O Rio Zambeze é um obstáculo da natureza e que muito em breve vai ser dominado pelo homem moçambicanoA ponte terá 2,3 quilómetros de comprimento, 16 metros de largura, duas faixas de rodagem com 3,6 metros cada, duas bermas com 2,5 metros cada e dois passeios com 1,9 metros. E
sta infra-estrutura, uma das maravilhas de Moçambique, está dividida em duas partes, nomeadamente a chamada ponte de aproximação, na margem sul do rio Zambeze, localizada no lado de Caia, na província de Sofala, que terá 29 pilares, numa extensão de 1.600 metros, e a designada ponte principal situada no leito do Zambeze, com seis pilares.terça-feira, dezembro 09, 2008
Carta de um bebé
Olá mãe, tudo bem? Eu estou bem.Faz apenas alguns dias que me concebes-te na tua barriguinha. Na verdade, não posso explicar como estou feliz em saber que seras a minha mãe.Outra coisa que me enche de orgulho é ver o amor com que fui concebido.Tudo parece indicar que eu serei a criança mais feliz do mundo !!!!!!Mãe, já passou um mês desde que fui concebido, e já começo a ver como o meu corpinho começa a formar-se, quer dizer, não estou tão lindo como tu,mas deste-me uma oportunidade !!!!!! Estou muito feliz!!!!!! Mas há algo que me deixa preocupado...Ultimamente dei conta de que há algo na tua cabeça que naã me deixa dormir, mas tudo bem, isso vai passar, nao se desespere.Mãe, já passaram dois meses e meio, estou muito feliz com as minhas novas mãos e tenho vontade de usá-las para brincar... Mamaezinha diz-me o que foi? Porque choras tanto todas as noites? Porque quando tu e o pai encontram-se gritam tanto um com o outro? Voces não me querem mais ou o que?Vou fazer o possível para que me queiram... Já passaram 3 meses, mãe, e noto que estás muit
o deprimida, nao entendo o que está a acontecer, estou muito confuso. Hoje de manhã fomos ao médico e ele marcou uma visita amanhã.Não entendo, eu sinto-me muito bem.... por acaso sentes-te mal mãe? Mãe, já é dia, onde é que vamos? O que está a acontecer maezinha?Porque choras? Nao chores, não vai acontecer nada... Mamãe, nao te deites, ainda são 2 horas da tarde, não tenho sono, quero continuar a brincar com as minhas mãozinhas. Ei !!!!!! O que é que esse tubinho está fazer na minha casinha? É um brinquedo novo? Olha !!!!!! Ei, porque que é que estão a sugar a minha casa? Mãeee !!!! Espera, essa é a minha mãozinha!!!! Rapaz, porque tiras-te?? Não ves que estás a magoar-me ? Mãe, defenda-me !!!!!!Mãe, ajuda-me !!!!!!!! Nao ve que ainda sou muito pequeno para me defender sozinho?
Mae, estão a arrancar a minha perninha.Diga a eles para pararem,juro que vou comportar-me bem e que não vou magoar-te .Como é possível que um ser humano possa fazer isso comigo? Ele vai ver só quando eu for grande, forte.....ai.....mãe, já não consigo mais... ai...mãe, mãe, ajude-me... Mãe, já passaram 33 anos desde aquele dia, e eu daqui de cima observo como ainda tem sentes magoada por teres tomado aquela decisão.Por favor, não chores,lembra-te que te amo muito e que estarei aqui a espera com muitos abraços e beijos. Ama-te muito este Teu bebé porque para ele é......... NATAL TODOS OS DIAS.
segunda-feira, dezembro 08, 2008
“Miau- Miau”
Voltou a fugir o cidadao Anibalzinho, uma personalidade que se destacou no inicio do seculo 21 pelas suas habilidades como mecanico e amigo do alheio.Vulgarizou a cadeia de maxima seguranca de Mocambique e foi parar ao Canada sem antes fazer uma escala tecnica na Africa do Sul.Resolveu voltar ao seu pais horas depois de ter sido julgado a revelia, ainda assim respondeu por outras falcatruas.Cumpria um sexto da sua sentenca eis que cansou-se e resol
veu apanhar fresco.Pegou na sua chave de fenda e por dentro da cela numa operacao super inteligente conseguiu abrir o cadeado da porta de ferro macico.Nao quiz ficar mal com os vizinhos e la partiu com mais dois servindo-se da sua mestria em trabalhar com equipamento oficinal.A olho nu e sem fita metrica fez uma abertura perfeita na parede do edificio secular onde opera o Comando da Policia da cidade.Anibalzinho que se vinha queixando de andar constipado e nao tratado na sua cela, cuidou-se ao escolher um
a manha de domingo cujas previsoes metereologicas apontavam de muito calor e sol forte.Largou os lencois/corda e numa velocidade turbo atravessou o patio dos “cizentinhos” que continuaram na sua ronda habitual.Cavou de novo o mecanico do Alto-Mae e sabe-se la para onde.So os gatos geneticamente estao aptos a saltos desta envergadura.“Miau-miau” segunda-feira, dezembro 01, 2008
Novo Internacional
Quatro decadas após a sua construção, o Aeroporto de Maputo, iniciou com obras de remodelação e ampliação com vista a responder às exigências do mercado e aumento do tráfego. São obras de valor arquitectónico de modo a corresponder ás obrigações da porta de entrada e saída de Moçambique. O aeroporto terá uma imagem completamente diferente a de hoje. A arquitectura do futuro aeroporto está inspirada na acácia, numa aliança ao espaço em que está inserido, a cidade das acácias, como é conhecida a cidade de Maputo.À semelhança com a copa da acácia, em forma de guarda-chuva, o futuro aerogare terá um impacto único e singular.A cifra passará dos actuais 300 mil passageiros para 900 mil ao ano num horizonte de 10 anos, na perspectiva de se atingir um limite de três milhões de passageiro
s.A actual área passará de 13800 para 34 mil metros quadrados e a aerogare passará a contar com cinco novas pontes de embarque.A plataforma de estacionamento de aeronaves terá uma área de 110.105 metros quadrados, contra os actuais 78287, enquanto que a nova terminal de carga contará com uma área de 7994 contra os actuais 3576 metros quadrados.Será construído um pavilhão VIP presidencial e remodelada a actual para uso de outras individualidades, incluindo uma nova torre de controlo e parques de estacionamentos de viaturas.Passará dos actuais 300 mil passageiros para 900 mil ao ano num horizonte de 10 anos, na perspectiva de se atingi
r um limite de três milhões de passageiros.A actual área passará de 13800 para 34 mil metros quadrados e a aerogare passará a contar com cinco novas pontes de embarque.A plataforma de estacionamento de aeronaves terá uma área de 110.105 metros quadrados, contra os actuais 78287, enquanto que a nova terminal de carga contará com uma área de 7994 contra os actuais 3576 metros quadrados.Será construído um pavilhão VIP presidencial e remodelada a actual para uso de outras individualidades, incluindo uma nova torre de controlo e parques de estacionamentos de viaturas.A empresa chinesa contratada para a execução das obras espera entregar os diferentes edificios em Janeiro de 2010.quarta-feira, novembro 26, 2008
Quem não muda é mudado
Felizmente ninguém estava por perto porque se calhar levaria um susto com o berro de estupefacção.E isto porque? Não é possível aceitar com naturalidade afirmações segundo as quais o número de votantes a favor do adversário politico nas receentes eleições se deveu a tolerancia de ponto. Por favor, não há pai, mãe ou filho maior que faça a pé, de bicicleta ou mesmo de carro centenas de kilometros entre a sua povoação no Ruace até a sede do distrito do Gurué para votar. Mesmo que o fizesse não podia votar, visto não estar alí registado e o seu nome jamais seria encontrado naqueles cadernos. Que motivações teriam essas pessoas com todas as vicissitudes da vida arriscar em fazer 100, 150 km para votar? O que ganharia esse eleitorado votando em candidatos que nada têm a haver com sua povoação ou posto administrativo?
Afirmar que a tolerancia de ponto concedida pelas autoridades foi uma decisão para incentivar o aumento do número de pessoas junto as urnas é de todo aceitável se concordarmos da sua utilidade nos 43 municipios. Mesmo assim, a tolerancia de ponto não aquece nem arrefece, não altera em nada o quotidiano das populações como as de Chibuto,Gorongosa,Marrupa,Ulóngué, Ribaué,Gondola e outros tantos territorios municipais do interior de Moçambique. Não muda porque é um eleitorado essencialmente camponês.As quatro da manhã já está a caminho da sua sua machamba ou mercado, e ao fim da tarde está de regresso á casa. O horário é feito pelo próprio. Se não quiser colher o sua mandioca e fôr votar não há falta ao serviço e nem processo disciplinar. Tolerancia de ponto são para os trabalhadores do sector público e privado, o grupo minoritário do nosso eleitorado. Estes eleitores sim, quando não interessados em fazer valer o seu poder de voto aproveitam o tempo concedido oficialmente para tratar dos afazeres pessoais quanto mais não seja descansar á sombra da sua ampla varanda ao som de boa música e o paladar de um scotch. Portanto, vir dizer que a tolerancia de ponto foi um golpe baixo para tirar dividendos, por favor é uma ofensa as mentes racionais. As justificações por mais que sejam bem argumentadas , só justificam e não dão soluções. Quando a justificação é institucionalizada não há espaço para bons resultados. A condução, o destino de uma organização seja ela desportiva,economica, social, cultural, enfim tudo o que sej
a o agrupar de pessoas com um objectivo, só sobrevive se houver clareza no que se pretende. São poucos os que dão o seu capital intelectual, fisico e financeiro num negócio sem garantias, que não tem mercado, que não oferece outros produtos para ombrear com a concorrência. É confrangedor quando se persiste em não fazer uma reflexão da própria derrota e, pior ainda, no lugar disso a desculpa assenta numa fraude generalizada, mesmo com o marcador electrônico do estádio, mostrando a todos, os números do descalabro. (X)
Afirmar que a tolerancia de ponto concedida pelas autoridades foi uma decisão para incentivar o aumento do número de pessoas junto as urnas é de todo aceitável se concordarmos da sua utilidade nos 43 municipios. Mesmo assim, a tolerancia de ponto não aquece nem arrefece, não altera em nada o quotidiano das populações como as de Chibuto,Gorongosa,Marrupa,Ulóngué, Ribaué,Gondola e outros tantos territorios municipais do interior de Moçambique. Não muda porque é um eleitorado essencialmente camponês.As quatro da manhã já está a caminho da sua sua machamba ou mercado, e ao fim da tarde está de regresso á casa. O horário é feito pelo próprio. Se não quiser colher o sua mandioca e fôr votar não há falta ao serviço e nem processo disciplinar. Tolerancia de ponto são para os trabalhadores do sector público e privado, o grupo minoritário do nosso eleitorado. Estes eleitores sim, quando não interessados em fazer valer o seu poder de voto aproveitam o tempo concedido oficialmente para tratar dos afazeres pessoais quanto mais não seja descansar á sombra da sua ampla varanda ao som de boa música e o paladar de um scotch. Portanto, vir dizer que a tolerancia de ponto foi um golpe baixo para tirar dividendos, por favor é uma ofensa as mentes racionais. As justificações por mais que sejam bem argumentadas , só justificam e não dão soluções. Quando a justificação é institucionalizada não há espaço para bons resultados. A condução, o destino de uma organização seja ela desportiva,economica, social, cultural, enfim tudo o que sej
a o agrupar de pessoas com um objectivo, só sobrevive se houver clareza no que se pretende. São poucos os que dão o seu capital intelectual, fisico e financeiro num negócio sem garantias, que não tem mercado, que não oferece outros produtos para ombrear com a concorrência. É confrangedor quando se persiste em não fazer uma reflexão da própria derrota e, pior ainda, no lugar disso a desculpa assenta numa fraude generalizada, mesmo com o marcador electrônico do estádio, mostrando a todos, os números do descalabro. (X)terça-feira, novembro 18, 2008
É AGORA!!!
Quarta-feira, 19 de outubro, um pouco mais de 2 milhões e meio de moçambicanos irão às urnas para eleger o novo quadro político de 43 municípios. Vão votar e, votar de forma consciente é a maneira de ajudar a desenvolver e melhorar a vida de cada um . Mas por que votar? Qual a importância do voto? Qual o papel dos cidadãos e das cidadãs neste contexto?O voto é a forma pacifica e legal de escolher quem nos representará politicamente. Quando votamos, delegamos os nossos sonhos e desejos a outros compatriotas, que acreditamos representarem e lutarem pelos nossos direitos. Todo o cidadão e cidadã deve ter na consciência o protagonismo que ocupam na vida política do país e acima de tudo nos caminhos que o país segue. Ao longo da campanha eleitoral de uma maneira geral os candidatos a presidencia dos municipios não se cansaram de abordar o desejo de expandir os serviços de saúde,da educação, de mais postos de trabalho, água potável, vias de acesso, mercados,etc,etc,
Em suma o compromisso de corresponder ao desejo dos eleitores que anseiam e justamente por um amanhã melhor de ponto de vista social. Mas os eleitores que amanhã têm o previlégio de decidir o futuro dos seus projectos de vida têm que votar. O voto é o principal instrumento que temos para a construção da sociedade e o país que queremos. Todo o cidadão deve ter a consciência da sua importancia no processo de escolha dos governantes.
Por isso é que o voto é coisa séria. Aquele que não vai votar está a admitir que outros tomem decisões por ele e não tem a consciência da responsabilidade e do peso de um voto. Os que não se interessam por política geralmente são governados pelos que se interessam.O
voto é poder nas mãos de cada um de nós,é a capacidade de escolher quem queremos que nos represente na presidencia do municipio e respectiva assembleia. Votar é exercer o poder individual para influenciar o caminho que o municipio deve seguir.Não exite, tem nas suas mãos um poder individual poderoso. Use por isso,o seu voto amanhã, o seu voto cujo poder os candidatos a presidentes de municipio tanto pediram nos últimos dias. Vá votar, mostre que é um moçambicano de verdade!
terça-feira, novembro 11, 2008
sexta-feira, novembro 07, 2008
Bilene de betão
Nesta nossa imensa costa moçambicana, o acesso ao mar é livre. Mas está claro que os acessos leva-nos aos locais onde o sol tem areia para reflectir, a roupa de banho é bem escolhida por quem usa bronzeador. Já não falo do cheiro apetitoso dos mariscos.Esperava por eles e eis que os miúdos resolvem apanhar um banho de sol nas cadeiras em volta da piscina. Foi de pouca dura pois o funcionário do restaurante Aquário
condicionou ao pagamento. Estragou-me o apetite mas já tinha encomendado o almoço...que fazer.Instâncias como esta viradas para a praia continuam a despontar ao longo da principal rua do Bilene.Nenhuma tem designações de praia privada ou, exclusivamente para hospedes do hotel , mas estão lá as cancelas, precisamente nos locais onde num passado não muito longe dava gozo andar pelo meio daquela vegetação, fugindo ao dia a dia da cidade.Lanço um desafio aos nossos arquitectos.São necessarias alternativas,porque não dá transportar para o litoral o modelo de zonas residenciais fechadas das cidades. Bom mas quem está a chegar ao Bilene fica deslumbrado com lago ainda virgem e que se estende para o interior...... dá uma paz .Paisagem maravilhosa e só possível percorrer em viaturas de tracção o que até anima para deseja testar a potencialidade da sua máquina e perícia.Por aí andei na boleia e fiquei espantado com as soberbas construções.....se podesse também faria uma do genero. Deu para ver que as mais mais são aquelas cujos quintais terminam na praia, só que fiquei sem saber se o espaço privado e público coabitam. Nessa andanças fomos parar a conheci
da praia das flôres, onde se preve a construção de apartamentos, fazendo fé ao panfleto distribuido aos visitantes do Bilene. Viatura parada, e lá fomos molhar os pés porque não tivemos tempo para mais. Dois individuos que não se quiseram identificar, fazendo-se passar por fiscais batem o pé que naquele local é proibido circular viaturas daí uma multa de 50 mil meticais.
Nisto de palavra pucha palavra..... o roncar de três motas de quatro rodas entrando pela vegetação e dunas dentro. Simplesmente passaram por nós e os seus ocupantes não eram de certeza turistas nacionais. E agora senhores fiscais como ficamos? Há.....Podem continuar mas deixem o carro por detras das ruínas......claro que fomos embora. No regresso entre os ramos das árvores descobrimos uma placa e que indica de facto a proibição. Mas não sabem porque razão lá fomos parar.Andavamos a procura de uma zona da praia com água mais limpa, e com alguma profundidade. Impossível tomar banho na zona habitual depois de ter sido aberto o canal de ligação da lagoa ao mar.Sugiro que essa operação seja feita nas primeiros dias de dezembro, sabendo-se que na quadra festiva o turismo atinge o seu pico.Como era necessario justificar o investimento, a rapaziada mesmo assim foi para a água, fazendo de conta que aquelas algas pastosas e o cheiro a podridão fossem particularidades que distingue a Praia do Bilene das outras e que todos gostavam de ver e provar.
condicionou ao pagamento. Estragou-me o apetite mas já tinha encomendado o almoço...que fazer.Instâncias como esta viradas para a praia continuam a despontar ao longo da principal rua do Bilene.Nenhuma tem designações de praia privada ou, exclusivamente para hospedes do hotel , mas estão lá as cancelas, precisamente nos locais onde num passado não muito longe dava gozo andar pelo meio daquela vegetação, fugindo ao dia a dia da cidade.Lanço um desafio aos nossos arquitectos.São necessarias alternativas,porque não dá transportar para o litoral o modelo de zonas residenciais fechadas das cidades. Bom mas quem está a chegar ao Bilene fica deslumbrado com lago ainda virgem e que se estende para o interior...... dá uma paz .Paisagem maravilhosa e só possível percorrer em viaturas de tracção o que até anima para deseja testar a potencialidade da sua máquina e perícia.Por aí andei na boleia e fiquei espantado com as soberbas construções.....se podesse também faria uma do genero. Deu para ver que as mais mais são aquelas cujos quintais terminam na praia, só que fiquei sem saber se o espaço privado e público coabitam. Nessa andanças fomos parar a conheci
da praia das flôres, onde se preve a construção de apartamentos, fazendo fé ao panfleto distribuido aos visitantes do Bilene. Viatura parada, e lá fomos molhar os pés porque não tivemos tempo para mais. Dois individuos que não se quiseram identificar, fazendo-se passar por fiscais batem o pé que naquele local é proibido circular viaturas daí uma multa de 50 mil meticais.Nisto de palavra pucha palavra..... o roncar de três motas de quatro rodas entrando pela vegetação e dunas dentro. Simplesmente passaram por nós e os seus ocupantes não eram de certeza turistas nacionais. E agora senhores fiscais como ficamos? Há.....Podem continuar mas deixem o carro por detras das ruínas......claro que fomos embora. No regresso entre os ramos das árvores descobrimos uma placa e que indica de facto a proibição. Mas não sabem porque razão lá fomos parar.Andavamos a procura de uma zona da praia com água mais limpa, e com alguma profundidade. Impossível tomar banho na zona habitual depois de ter sido aberto o canal de ligação da lagoa ao mar.Sugiro que essa operação seja feita nas primeiros dias de dezembro, sabendo-se que na quadra festiva o turismo atinge o seu pico.Como era necessario justificar o investimento, a rapaziada mesmo assim foi para a água, fazendo de conta que aquelas algas pastosas e o cheiro a podridão fossem particularidades que distingue a Praia do Bilene das outras e que todos gostavam de ver e provar.
quarta-feira, novembro 05, 2008
O que fazer?
"Os problemas de que enferma o Grande Hotel são sobejamente conhecidos pela Polícia mas os agentes que se atrevem em
fazer patrulha à volta do edifício são frequentemente apedrejados.Meu filho, aqui não se brinca. Os polícias que tentam fazer patrulhas mas são apedrejados. Pessoas de má fé organizam-se e lançam pedras contra eles, sem que sejam vistos. Por isso, a PRM já não aparece aqui e as coisas estão cada vez piores - concluiu o secretário do quarteirão, Orlando Grande. "
fazer patrulha à volta do edifício são frequentemente apedrejados.Meu filho, aqui não se brinca. Os polícias que tentam fazer patrulhas mas são apedrejados. Pessoas de má fé organizam-se e lançam pedras contra eles, sem que sejam vistos. Por isso, a PRM já não aparece aqui e as coisas estão cada vez piores - concluiu o secretário do quarteirão, Orlando Grande. "Esta a parte final de um trabalho relacionado com o Grande Hotel na cidade da Beira e que é motivo para capa do Caderno de Sofala editado pelo Jornal Noticias na capital de Moçambique.Um artigo que meche não apenas com aqueles que
conheceram uma belissíma e moderna infraestrura nos anos 60/70, mas principalmente com as autoridades locais, tal como se pode constatar na investigação feita pelo jornalista Eduardo Sixpence.Passo a transcrever parte do artigo:
conheceram uma belissíma e moderna infraestrura nos anos 60/70, mas principalmente com as autoridades locais, tal como se pode constatar na investigação feita pelo jornalista Eduardo Sixpence.Passo a transcrever parte do artigo:O “caso” Grande Hotel é um problema antigo, conhecido na cidade da Beira e reportado várias vezes. As autoridades locais asseguraram que não há condições para melhorar aquele edifício, apelando às famílias, que teimosamente ali vivem, para abandoná-lo. A Associação Muçulmana de Sofala já se solidarizou, construindo algumas casas na zona da Munhava, que
albergaram dezenas de famílias. Sabe-se, no entanto, que o número de famílias a viver no Grande Hotel, tende a crescer. Parte dos beneficiários das casas da Munhava somente recebeu as chaves, mas não vive lá, preferindo arrendá-las para continuar no Grande Hotel. Uma outra parte ocupou as casas naquele bairro, mas mantêm as “flats” do Grande Hotel, arrendando-as a preços que variam de 100 a 250 meticais/mês.O Grande Hotel tem “capacidade” para 400 famílias, mas residem mais de 800, entre elas estudantes universitários provenientes de outras regiões do País e que não têm parentes naquela urbe, oficiais da PRM, e trabalhadores da
Função Pública.
albergaram dezenas de famílias. Sabe-se, no entanto, que o número de famílias a viver no Grande Hotel, tende a crescer. Parte dos beneficiários das casas da Munhava somente recebeu as chaves, mas não vive lá, preferindo arrendá-las para continuar no Grande Hotel. Uma outra parte ocupou as casas naquele bairro, mas mantêm as “flats” do Grande Hotel, arrendando-as a preços que variam de 100 a 250 meticais/mês.O Grande Hotel tem “capacidade” para 400 famílias, mas residem mais de 800, entre elas estudantes universitários provenientes de outras regiões do País e que não têm parentes naquela urbe, oficiais da PRM, e trabalhadores da
Função Pública.Até as suas caves foram ocupadas! Muitas casas de banho viraram quartos. Pessoas de má fé têm retirado o corrimão para alimentar o negócio de sucata. Sabido que o edifício não possui corrente eléctrica, muita gente já caiu das escadas, principalmente os bêbados. Há o registo de três óbitos no passado mês de Outubro. Em relação às mortes, algumas permanecem misteriosas. Muitos casos nem são reportados à Polícia, pese embora o edifício tenha uma estrutura montada (chefe de unidade, quarteirão, entre outros), nos seus quatro pisos e igual número blocos.
Nova família na Casa Branca
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, disse na madrugada de terça-feira nas primeiras declarações após sua vitória que "a mudança chegou à América" e fez um apelo de apoio ao espírito de unidade para atacar os desafios.Obama elogiou o republicano John McCain pela campanha longa e difícil que ele trilhou. Ele pediu aos norte-americanos que apoiem um "novo espírito de sacrifício".
"O caminho que temos pela frente será longo. Nós podemos não chegar lá em um ano ou num mandato, mas eu nunca tive tantas esperanças como hoje à noite de que chegaremos lá", disse Obama, de 47 anos.O republicano John McCain cumprimentou o democrata Barack Obama pela vitória na eleição presidencial dos Estados Unidos , dizendo que "o povo americano falou".
McCain dirigiu-se a seus eleitores em um hotel em Phoenix, depois de telefonar para Obama e reconhecer a sua derrota. O senador por Arizona, de 72 anos, pediu aos norte-americanos a unirem em torno de Obama, dizendo que ele próprio está disposto a ajudar o democrata a superar muitos desafios enfrentados pelo país.
"Quaisquer que sejam as nossas diferenças, nós somos companheiros americanos e por favor acreditem quando eu digo que nenhuma associação tem maior significado para mim do que essa", disse McCain.
terça-feira, novembro 04, 2008
Um filme magistral
Zanga (Fili Traoré), um filho nascido fora do casamento, retorna a aldeia do seu nascimento, anos depois ele foi obrigada a abandonar por causa do seu parentesco incerto. Ele regressa como um engenheiro bem sucedido com um duplo objectivo: ajudar a aldeia com os seus conhecimentos de engenharia, e de sua mãe para bisbilhotar a identidade de seu pai. Após um incidente perigoso no venerado rio, os aldeões supersticiosos insistem que é Zanga que tem irritado Faro, o espírito do rio. Um sacrifício é chamado para Zanga que deve mais uma vez frente a superstição e a opressão patriarcal, aceita-lo enquanto procura desesperadamente a chave da sua identidade. É director desta pelicula Salif Traoré Salif Traoré. Nasceu em San, Mali, e estudou teatro ,cinema e arte no Institut d'Éducation africain cinematographique da Universidade de Ouagadougou no Burkina Faso. Depois de fazer vários curtas-metragens, dirigiu Lakari Sida, uma serié de televisão . O filme "FARO" tem a duração de 96 minutos e está em exibição em Paris, capital francesa.Riquismo
Muitos frequentaram um curso superior que ficou pelo caminho outros nem se quer foram à Universidade.Em Angola existe um novo-riquismo na exibição de luxos ,carros ,viagens, bens,etc. Mas também um novo-riquismo intelectual em que se exibe os títulos académicos e os diversos graus (licenciado, mestre,doutor) como forma de ostentação. Muitos deles pagos a peso de ouro para a sua frequência e não pelo mérito e provas dadas.O dramático disto tudo não é o fim em si( licenciatura ) ,mas o conteúdo ( como se adquiriu a licenciatura) . Apesar de muita gente achar, que não tem importância nenhuma, tem e muita. Tendo votado ou não neste governo despoletado pelas eleições, tenho o direito de saber as suas habilitações literárias, o que
pensa sobre determinados assuntos de interesse nacional,as suas opções, o seu estado civil, a sua orientação sexual, o seu percurso até aqui,qual o CURANDEIRO,etc. Isso pode ser ou não determinante na minha simpatia. É um direito saber em quem votamos ou queremos para nos governar,só isso.A dissimulação é inimiga da transparência. O disfarce é inimigo do verosímil .O sombreado é facundo. Mas como em tudo em Angola perante a justiça, o ónus da prova é difícil e muitas vezes infelizmente, vira-se contra quem denuncia. Uma coisa é certa a politica do exemplo ,este governo não a pratica e é um erro .Veio-me à ideia um conto, que aprendi na escola primária em que o Sol e o Vento fizeram uma aposta se conseguiriam tirar o casaco de um homem que ia a passar na rua. O Vento começou a soprar com muita intensidade e com força fustigando o homem com rajadas. O homem em vez de tirar o casaco, cada vez agarrou-se mais a ele ,apertando-o com toda a sua força . Não conseguindo o Vento, cedeu o seu lugar ao Sol. Este com toda a sua luminosidade e brilhando intensamente fez rapidamente com que o homem tirasse o casaco, e o levasse no ombro.Moral da história, o Governo é o Vento e está constantemente contra as pessoas, não conseguindo nada ,só pela força , mas os cidadãos estão a resistir. O Sol é a politica que qualquer Governo deveria seguir: diálogo,envolvimento das pessoas , explicar as suas posições e não tomarem posições contra as pessoas.
pensa sobre determinados assuntos de interesse nacional,as suas opções, o seu estado civil, a sua orientação sexual, o seu percurso até aqui,qual o CURANDEIRO,etc. Isso pode ser ou não determinante na minha simpatia. É um direito saber em quem votamos ou queremos para nos governar,só isso.A dissimulação é inimiga da transparência. O disfarce é inimigo do verosímil .O sombreado é facundo. Mas como em tudo em Angola perante a justiça, o ónus da prova é difícil e muitas vezes infelizmente, vira-se contra quem denuncia. Uma coisa é certa a politica do exemplo ,este governo não a pratica e é um erro .Veio-me à ideia um conto, que aprendi na escola primária em que o Sol e o Vento fizeram uma aposta se conseguiriam tirar o casaco de um homem que ia a passar na rua. O Vento começou a soprar com muita intensidade e com força fustigando o homem com rajadas. O homem em vez de tirar o casaco, cada vez agarrou-se mais a ele ,apertando-o com toda a sua força . Não conseguindo o Vento, cedeu o seu lugar ao Sol. Este com toda a sua luminosidade e brilhando intensamente fez rapidamente com que o homem tirasse o casaco, e o levasse no ombro.Moral da história, o Governo é o Vento e está constantemente contra as pessoas, não conseguindo nada ,só pela força , mas os cidadãos estão a resistir. O Sol é a politica que qualquer Governo deveria seguir: diálogo,envolvimento das pessoas , explicar as suas posições e não tomarem posições contra as pessoas.Agonia
Vivem-se momentos de agonia na região de Chinda, provincia moçambicana de Manica. Centenas de pessoas estão desde a semana passada a abandonar a região devido a uma serié de mortes provocadas por diarreias e vómitos. Recorde-se que a evolução de uma estranha doença, que recentemente provocou a morte de quatro pessoas na África do Sul, está a ser monitorada pelas autoridades nacionais de Saúde. A doença e a sua provável origem são desconhecidas, mas especialistas sul-africanos aventaram a hipótese de tratar-se de febre hemorrágica do “Congo-Crimeia”.A primeira vítima da provável febre hemorrágica do “Congo-Crimeia” foi uma sul-africana que exercia a profissão de guia turística na Zâmbia, e que foi admitida na clínica de Morningside Medi a 12 de Setembro, tendo falecido dois dias depois. Um enfermeiro zambiano, que acompanhou a vítima num vôo especial entre Lusaka e Joanesburgo, viria a ser igualmente admitido oito dias depois, com sintomas semelhantes, tendo morrido na semana passada.A terceira, foi uma enfermeira que tratou a primeira vítima, tendo morrido logo a seguir, em resultado da mesma doença, que produz sintomas semelhantes aos de uma gripe, na sua primeira fase, e posteriormente da febre hemorrágica.Segundo as autoridades sul-africanas, as outras pessoas que estiveram em contacto com as vítimas mortais encontram-se em enfermarias isoladas de dois hospitais de Joanesburgo, com o objectivo de monitorar o seu estado de saúde, não sendo ainda conhecidos os pormenores sobre o seu estado clínico.Amostras de tecidos das vítimas foram já enviadas para os laboratórios sul-africanos e também para o Centro de Controlo de Doenças (CDC) em Atlanta, nos EUA, dada a necessidade de se confirmar as suspeitas e a origem da misteriosa e mortífera doença, segundo informações do Departamento de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde da África do Sul. Por sinal, os outros países da região também começam a alarmar-se com o mal, tendo o Zimbabwe, país que faz fronteira com a provincia de Manica, colocado equipas médicas especiais em estado de alerta máximo.
segunda-feira, novembro 03, 2008
Falta pouco

As sondagens da Reuters/Zogby não deixam margens para dúvidas. Para quem ainda acreditava numa recuperação de Mccain, estas sondagens colocam Barack Obama na Casa Branca. Será mesmo possível estarem erradas?
Ohio, Carolina do Norte, Missouri, Colorado, Florida, Nevada, Pennsylvania, Indiana, Virgínia e New Hampshire. Estes serão os estados que vão decidir as eleições. À excepção da Pennsylvania e New Hampahire, todos votaram George W. Bush em 2004, e para Mccain ser eleito, precisaria de vencer quase todos. Neste momento, o candidato democrata lidera todos estes estados menos o Indiana e Missouri. O candidato republicano recuperou nos últimos dias, surgindo hoje à frente no Ohio e Carolina do Norte. Mas, mesmo vencendo estes quatro estados, ainda precisaria de 50 votos eleitorais. E caso conseguisse manter a Virgínia e Florida, ainda precisaria de dez votos eleitorais, que só poderiam estar na Pennsylvania. O Colorado, o New Hampshire e o Nevada parecem já completamente fora do alcance dos republicanos. O mesmo se passa com a Pennsylvania, mas Mccain continua a acreditar que vencer neste estado é a sua única hipótese. E por isso esta conjectura. Os indecisos ainda continuam a representar quase 10 por cento em algumas sondagens, sendo que são quase todos brancos e potenciais eleitores de centro direita. Mas para Mccain ganhar teria ter o voto de mais de 75 por cento, coisa que nunca aconteceu na história das eleições americanas. Por outro lado, já votaram milhões de eleitores, e segundo os dados conhecidos, mais de 55% terão votado em Obama. E claro, há a máquina democrata, como expliquei no post anterior, é neste momento muito mais competente. Por alguma coisa, as casas de apostas dão 1/10 para Mccain.
Ohio, Carolina do Norte, Missouri, Colorado, Florida, Nevada, Pennsylvania, Indiana, Virgínia e New Hampshire. Estes serão os estados que vão decidir as eleições. À excepção da Pennsylvania e New Hampahire, todos votaram George W. Bush em 2004, e para Mccain ser eleito, precisaria de vencer quase todos. Neste momento, o candidato democrata lidera todos estes estados menos o Indiana e Missouri. O candidato republicano recuperou nos últimos dias, surgindo hoje à frente no Ohio e Carolina do Norte. Mas, mesmo vencendo estes quatro estados, ainda precisaria de 50 votos eleitorais. E caso conseguisse manter a Virgínia e Florida, ainda precisaria de dez votos eleitorais, que só poderiam estar na Pennsylvania. O Colorado, o New Hampshire e o Nevada parecem já completamente fora do alcance dos republicanos. O mesmo se passa com a Pennsylvania, mas Mccain continua a acreditar que vencer neste estado é a sua única hipótese. E por isso esta conjectura. Os indecisos ainda continuam a representar quase 10 por cento em algumas sondagens, sendo que são quase todos brancos e potenciais eleitores de centro direita. Mas para Mccain ganhar teria ter o voto de mais de 75 por cento, coisa que nunca aconteceu na história das eleições americanas. Por outro lado, já votaram milhões de eleitores, e segundo os dados conhecidos, mais de 55% terão votado em Obama. E claro, há a máquina democrata, como expliquei no post anterior, é neste momento muito mais competente. Por alguma coisa, as casas de apostas dão 1/10 para Mccain.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

