terça-feira, outubro 14, 2014

"Tenho Um Sonho"

Moçambicanos e moçambicanas da localidade ao distrito, às províncias e à Nação inteira, chegou a hora de irmos colocar o preto no branco, votando no partido Frelimo, sobre a liderança de Filipe Nyusi. No dia 15 de Outubro vamos todos usar a prerrogativa disciplinada, votando em massa no partido Frelimo e em Filipe Nyusi, por serem eles os garantes da paz, da sutentabilidade económica, e desenvolvimento.A FRELIMO é um partido com maturidade suficiente para melhorar, ainda mais, as condições de vida dos moçambicanos.Por outro lado com Filipe Nyusi e o Partido Frelimo os interesses de Moçambique e dos moçambicanos estão defendidos e garantidos, e a cintura patriótica que governa a Africa Austral fica sedimentada.
Os mitos não ganham eleições nem governam país algum.
Fala-se em romarias de pessoas para ver Dlhakama.Não discuto a asserção nem fico indignado.Há gostos para tudo, mas romarias não votam, nem mesmo quando se trata de alguém que ordenou sem remorsos a matança de membros da familia moçambicana;de alguém que anda há pouco andava de braços dados com o apartheid, e com apoio deles chacinou mais de 1 milhão de moçambicanos.
Somos africanos e disso temos orgulho, mas sempre constatamos que algumas crenças populares aliadas à demagogia e populismo colocam-nos à altura de idade da pedra.Certas pessoas consideram-se previlegiadas na relação com espíritos insepulcros,outros há que se acham dotados de  poderes que lhes permite receber dicas destes, para cometer barbaridades com fins políticos.Em sociedades em desenvolvimento como a nossa, aqueles que aparentemente conseguem sair mentalmente ilesos de um situação de grau de dificuldade elevada  depois de desafiar a Lei, passam a ser olhados como predestinados do além.Vêm-me à mente as figuras do crime como Zeca Russo, do Anibalsinho , ou daqueles rufias de bairros circundantes nas cidades moçambicanas, muito temidos pela vizinhança, mas bajulados de outros, inclusive de alguns policias pouco inteligentes.Todos usam a auréola do poder maléfico adquirido de  tinhangas de poder inquestionável.Nesta perspectiva questiono a seriedade política de Afonso Dlhakama, que depois de mandar matar moçambicanos, ainda tem a ousadia de pedir o seu  voto de confiança ?Ante esta realidade e a despeito do acordo de paz entre governo e Renamo pergunto como é possível haver conciliação?
O verdadeiro herói  é o povo de Moçambique, que consegue discernir o que é melhor para o país, legitimando a governação do partido Frelimo , eleição pós eleição.
Os mitos não governam, contudo podem fazer falsas promessas para enganar as mentes incautas, e nem Moçambique se encontra dividido a partir do Sul do Save.Os mitos perturbam mentes volúveis e despreparadas , mas não governam  ninguém, e para o Estado de Direito Democrático vingar em África, é preciso que haja capacitação e participação dos cidadãos na vida do país.Nós que militamos e simpatizamos com o partido Frelimo, e nos identificamos com o programa político eleitoral de Filipe Nyusi, acreditamos na coesão étnica que sustenta o mosaico cultural, que nos define como povo;combatemos o racismo , e toda a forma de exclusão política, social e económica.A Frelimo de outro lado proporcionou as condições para a libertação do género feminino, e bateu-se sempre em defesa dos seus direitos.O partido Frelimo é o partido da governação e que nos últimos 20 anos, com a ajuda do Fundo Monetário Internacional e parceiros económicos internacionais, tem conseguido garantir a estabilidade macroeconómica, e tem feito reformas positivas em termos de investimento estrangeiro. Com Filipe Nyusi na presidência a sustentabilidade democrática e económica de Moçambique estão garantidas, bem como a construção de infratesruturas económicas e digitais ligadas a investigação.Moçambique e os moçambicanos não podem viver ameaçados daqueles que vêm tentando branquear a verdade, usando a mentira e as fofocas como arma de arremesso político;nem por aqueles que tentaram alterar as regras do jogo democrático, recorrendo sempre que lhes convém a violência armada, matando moçambicanos inocentes e destruindo os seus bens; assim como daqueles que não se coibem a assomos de regionalismo e tribalismo para dividir Moçambique e os moçambicanos.

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