quinta-feira, outubro 02, 2014

Oiçam Nyusi!!!



Este artigo de opinião, é um apelo para que, o estimado leitor, escute, a mensagem de Filipe Jacinto Nyusi, a forma como aborda a sua futura governação de Moçambique, após eleições de 15 de Outubro do corrente, Filipe Jacinto Nyusi, traz-nos uma mensagem de inclusão, de paz, de desenvolvimento e de combate aos males sociais, por isso, vale a pena gastar algum tempo a escutar o candidato do partido Frelimo que se assume de mudança no contexto de agora.
Assumindo que Filipe Jacinto Nyusi é um digno continuador do Dr. Eduardo Mondlane, Samora Moisés Machel, Joaquim Alberto Chissano e Armando Emílio Guebuza, no seu tempo, fico com a agradável sensação de, estarmos perante um homem capaz de catapultar Moçambique para voos muito mais altos, no sentido de unidade nacional, no sentido de desenvolvimento inclusivo, na luta incessante pela paz, no combate a doenças e vários males que apoquentam a nossa sociedade e, digo isto porque, as condições estão criadas para isso, desde que, o futuro Presidente assuma esses valores e, felizmente, esta tem sido a mensagem de Filipe Nyusi.
Que condições é que estão criadas no país? Esta deve ser a pergunta que não cala do estimado leitor, deixe-me tentar ajudar a responder, na certeza de que, não serei suficientemente conclusivo. Na ultima sexta-feira, o Governo de Moçambique na pessoa de Presidente da República, assinou o fim das hostilidades militares com o Presidente da Renamo Afonso Dhlakama, isto é por de mais sabido, no contexto desta assinatura, o Presidente da Republica anunciou a criação de um fundo para a paz e reconciliação, esse fundo, claramente, só será operacionalizado no período pós-eleitoral, Filipe Jacinto Nyusi veio a publico saudar esse facto, como sinal de assumpção e comprometimento com o mesmo, com o país em paz, não somente do parar de tiros, mas no sentido reconciliatório, com todos a trabalharem para si e seus familiares e, no sentido mais amplo, para Moçambique, estão criadas condições para desenvolver.
A época em que Filipe Jacinto Nyusi assume este compromisso é de particular interesse para Moçambique, pois, moçambicanos preparados para assumirem cargos de responsabilidade e de chefia existem aos montes, graças a expansão das Universidades pelo país inteiro, ou seja, contrariamente ao período da independência nacional, onde procurar pessoas para determinadas funções era o mesmo que procurar “agulha no palheiro” hoje a situação é inversa, a massa critica é enorme, por isso, não será por falta de homens a altura dos desafios que o país poderá “baquear” pode ser sim, pelas escolhas a serem feitas e, aqui entra o sentido de inclusão, é preciso assumir que, existem moçambicanos preparados para os desafios do futuro que não se revêem na Frelimo, é importante que esse facto não os “corte” as pernas, aqui está o sentido de inclusão.
Aliás, em Cabo Delgado, Filipe Jacinto Nyusi reiterou que, todos os moçambicanos serão chamados a participarem no processo de governação, para isso, não conta com a tribo, raça, religião, filiação partidária mas sim conta com a competência, sejas tu branco, mulato, preto, indiano, ndau, macua chope ou outra, não interessa, pretende-se a sua capacidade de influenciar positivamente o desenvolvimento do país, esta é, digamos, a essência da mensagem que apelo a ser escutada ou lida do candidato do partido Frelimo.
Se os moçambicanos votarem massivamente em Filipe Jacinto Nyusi, podemos assistir a um renascer da nação Moçambicana, podemos assistir a uma governação nos modelos de hoje, com características de pós-independência nacional, simplesmente, num autentico “arco-íris” o que faria de Moçambique, um espaço privilegiado para se estar e viver.
O estimado leitor dirá “mas o MDM preconiza isso” até pode ser, contudo, devo dizer aqui e sem receio de estar errado que, nenhum dos actuais candidatos, refiro-me a Afonso Dhlakama da Renamo e Daviz Simango do MDM estaria em condições de aplicar a letra o sentido de inclusão que não seja Filipe Jacinto Nyusi da Frelimo, isto porque, as condições estão criadas neste partido, a Frelimo já esteve em situação dos actuais partidos e concorrentes, mas, é preciso acreditar na historia, as pessoas crescem, as organizações, cada vez se adequam ao cumprimento do seu objecto, é o caso da Frelimo hoje.
Até porque, as actuais deserções de políticos, com maior pendor ao retorno a Frelimo, é sinal inequívoco, de que, as pessoas chegaram a conclusão de que, é na governação da Frelimo que todos podem ter acesso ao desenvolvimento, veja-se a corrida a Assembleia da República e Assembleias Provinciais, não existem indicações de roturas internas na Frelimo, nos outros partidos, até da Frelimo saem para “tchuvelar” em outras formações politicas, o MDM é o exemplo paradigmático disso, quantos cidadãos de Nampula não foram preteridos para Deputados da Assembleia da Republica a favor de outros que, segundo se diz, vindos de Sofala? É este “Moçambique para todos”, pelo que, caro leitor e eleitor, retenha o essencial, escute Filipe Jacinto Nyusi ou leia o seu manifesto eleitoral.(A.Buke)

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