segunda-feira, abril 25, 2016

Chumbado!

Quarenta e um sócios do Clube Ferroviário de Maputo estiveram presentes na Assembleia Geral realizada sábado (23), em Maputo. Na mesa, houve dez pontos em agenda para discussão, dos quais dois não foram aprovados. Um deles tem que ver com a proposta de mudança de nome do Estádio da Machava para Estádio da Independência, segundo proposta apresentada pela direcção do clube.Os sócios questionaram à direcção chefiada por Sancho Quepisso os motivos da proposta e os possíveis ganhos que o clube teria com a mudança e com a nova nomenclatura. Mas a direcção não teve argumentos e remeteu e decisão para uma Assembleia Geral extraordinária que deverá ser convocada para dentro de 60 dias.Para justificar à comunicação social, Sancho Quepisso, presidente dos “Locomotivas” da capital do país, disse que “foi adiada a discussão por causa do tempo que foi escasso, tendo em conta que é um assunto que precisa de ser debatido com mais tempo e hoje (no sábado) temos um jogo com o Maxaquene. 
Precisamos de ir dar apoio à nossa equipa”. Mas nos bastidores a informação que circulou dava conta de que os sócios não aprovaram esta mudança por não verem benefícios para o clube. Aliás, a proposta de mudança de nome (inicialmente eram quatro propostas: Independência, 25 de Junho, Samora Machel e, nos últimos dias, Joaquim João) para Estádio da Independência (único nome que vincou e que foi apresentado na Assembleia Geral) veio como proposta da direcção dos CFM, empresa que gere e patrocina o Ferroviário de Maputo. Ainda assim, não passou.Tal como não passou o relatório de contas do ano passado porque “não foi anexada a parte da auditoria feita e que devia estar lá”, por isso “os sócios decidiram que devia se anexar a parte em falta e na próxima Assembleia Geral extraordinária vamos debater e aprovar”, disse Sancho Júnior.Por outro lado, foram aprovados outros pontos em debate, nomeadamente, o relatório de actividades, o incremento do orçamento as diversas modalidades, com destaque para o hóquei em patins e a questão de cotas.

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