O
voo 17 da Malaysia Airlines também caiu durante a tarde, e não à noite, o que
significa que a bateria de mísseis não estava escondida pela escuridão.
Então
por que essa pergunta sobre as fotos do espião norte-americano dos céus – e o
que elas revelam – não está sendo feita insistentemente pela mídia
norte-americana? Como
o Washington Post pode publicar uma matéria de primeira página, como a que foi
publicada no domingo com o título definitivo: “Oficial americano: russos deram
o sistema”, sem exigir das autoridades detalhes a respeito do que revelam as
imagens de satélite?
Ao
contrário, Micchael Birnbaum e Karen DeYoung do Post escreveram de Kiev:
Mas
veja como são vagas as afirmações: “Nós acreditamos”, “começando a ter
indícios”. E nós devemos acreditar – e, ainda mais relevante, os jornalistas do
Washington Post de fato acreditam – que o governo norte-americano com seus
serviços de espionagem de primeira não conseguem encontrar três caminhões
lentos, cada um carregando enormes mísseis de longo alcance?
O
que a fonte conta, fonte que já passou
informações precisas em assuntos semelhantes no passado, é que as agências de
espionagem norte-americanas têm imagens de satélite detalhadas das baterias de
mísseis que provavelmente lançaram o míssil fatal, mas a bateria parece estar
sob o controle de tropas do governo ucraniano, vestindo o que parecem ser uniformes
ucranianos.
A
fonte disse que os analistas da CIA ainda não eliminaram a possibilidade de que
as tropas fossem na verdade rebeldes do leste da Ucrânia vestindo uniformes
semelhantes, mas a avaliação inicial era de que as tropas eram compostas por soldados
ucranianos.Também foi sugerido que os soldados envolvidos eram possivelmente
bêbados indisciplinados, já que as imagens mostram o que pareciam ser garrafas
de cerveja espalhados no local, disse a fonte.Mas, ao invés de pressionar para
ter mais detalhes, a grande mídia norte-americana simplesmente passou adiante a
propaganda vinda do governo ucraniano e do Departamento de Estado, inclusive
ecoando o fato de que o Sistema Buk é “feito na Rússia”, um fato insignificante
que é muito repetido.
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