quinta-feira, agosto 15, 2019

Penhorada!


Imagem relacionadaHoje os Estados africanos encontraram-se reféns das instituições financeiras mundiais (FMI e Banco mundial), mas pouco tem se falando da emergente asiática (China). Governantes africanos têm endividado os seus países através das linhas de crédito chinesas. Efectuam má alocação dos recursos financeiros recebidos e quando tornam-se inadimplentes colocam os sectores chaves de seus países em mão dos credores atirando toda a  população em posições de refém. Como é o caso do Quénia.

O Quénia pode perder o porto de Mombaça, o maior do país e da África Oriental, para a China, caso falhe o pagamento de obrigações ao Banco de Exportações e Importações da China (BEIC), segundo os media locais.
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Em 2014, o banco chinês acordou um empréstimo de 90% dos 3.800 milhões de dólares (3.324 milhões de euros) para a realização da empreitada, tendo o Quénia assegurado, no ano seguinte, um crédito adicional de 1.500 milhões de dólares (1.312 milhões de euros) para expandir a rede em mais 120 quilómetros.

No final do primeiro semestre de 2018, as receitas da APQ cifravam-se em 42.700 milhões de xelins quenianos (366 milhões de euros). De acordo com os dados do Tesouro do Quénia, a China representa o maior credor do Quénia, com 22% da dívida pública externa, calculada em 2,4 biliões de xelins quenianos (20.609 milhões de euros).
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No final de 2017, o Governo do Sri Lanka, ao não cumprir com as obrigações com a China,cedeu o porto de Hambantota para o Executivo chinês por um período de 99 anos.
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Em setembro de 2018 a Zâmbia cedeu o seu aeroporto internacional à China."

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