Com a tomada de posse dos novos órgãos autárquicos eleitos, os anteriores edis e presidentes das assembleias municipais devem devolver os meios afectos para exercício das suas funções. Nas suas próprias palavras, e visivelmente agastado, Banda tem a seguinte justificação: “trabalhei durante cinco anos para este município, hoje saí, querem levar-me o carro, podem comprar outra viatura se quiserem entregar ao novo presidente", disse Basílio Banda a imprensa. Com a crispação entre o conselho municipal e o ex-presidente da assembleia municipal, este último a não querer entregar a viatura ao novo presidente eleito, Isabel Ngonzaga, chamou-se a Polícia. Só com a intervenção policial é que se conseguiu “arrancar” a viatura. Mas Banda ficou com uma chave. Não aceitou entregar as duas e fez uma tremenda confusão. "Conseguimos tirar a viatura com a intervenção da Polícia. Não foi fácil, mesmo assim o senhor Basílio Banda ficou com uma chave, mas isso, para nós, não é importante", disse Armando Júlio, novo presidente do conselho municipal de Ulóngwè . (J. Pantie)
terça-feira, fevereiro 18, 2014
O "impacto" da sucessão
Com a tomada de posse dos novos órgãos autárquicos eleitos, os anteriores edis e presidentes das assembleias municipais devem devolver os meios afectos para exercício das suas funções. Nas suas próprias palavras, e visivelmente agastado, Banda tem a seguinte justificação: “trabalhei durante cinco anos para este município, hoje saí, querem levar-me o carro, podem comprar outra viatura se quiserem entregar ao novo presidente", disse Basílio Banda a imprensa. Com a crispação entre o conselho municipal e o ex-presidente da assembleia municipal, este último a não querer entregar a viatura ao novo presidente eleito, Isabel Ngonzaga, chamou-se a Polícia. Só com a intervenção policial é que se conseguiu “arrancar” a viatura. Mas Banda ficou com uma chave. Não aceitou entregar as duas e fez uma tremenda confusão. "Conseguimos tirar a viatura com a intervenção da Polícia. Não foi fácil, mesmo assim o senhor Basílio Banda ficou com uma chave, mas isso, para nós, não é importante", disse Armando Júlio, novo presidente do conselho municipal de Ulóngwè . (J. Pantie)
Inverdades do "Chefe"
Um antigo oficial da Renamo, capitão Jaime Andissene, acusa Afonso
Dhlakama de escamotear a verdade sobre a desmobilização dos ex-guerrilheiros
bem como sobre o acesso ao subsídio pago pelo Governo no quadro da
implementação do Estatuto do Combatente. Jaime Andissene, capturado em meados
do mês passado na região de Chirutso, localidade de Mavume, distrito de
Funhalouro, em Inhambane, disse que os ataques armados perpetrados pelos antigos
guerrilheiros são ordenados pelos cabecilhas da Renamo alegadamente para
pressionar o Governo a pagar as promessas feitas pelo líder da “perdiz” aos
guerrilheiros não desmobilizados depois do Acordo Geral de Paz e que receberam
ordens para guarnecer nos últimos vinte anos a base de Marínguè, considerada
quartel-general da Renamo, bem como outras bases na província de Sofala. A
título de exemplo, Andissene explicou que foi levado contra a sua vontade em
sua casa no distrito de Báruè, província de Manica, em princípios de Dezembro
passado, para viajar até à cidade de Maputo na companhia de outros antigos
guerrilheiros para assinar documentos constantes no seu processo submetido para
aceder aos subsídios.ENTRETANTO, a Polícia da República de Moçambique (PRM) garante que
os homens armados da Renamo, já abandonaram completamente a província de
Inhambane, um dos locais onde vinham provocando actos de instabilidade.Trata-se
de homens da Renamo que, segundo a edição de hoje do jornal “Notícias”, no dia
17 de Dezembro passado retornaram ao seu antigo acampamento em Catine, na
planície de Tsiguive, posto administrativo de Pembe, no distrito de Homoíne.O
comandante da PRM em Inhambane, Raul Ossufo Omar, assevera que aquela província
está livre dos homens armados da Renamo, que tinham como plano lançar ofensivas
militares em toda a região sul do país a partir de Catine, na sua antiga base
regional.“As Forças de Defesa e Segurança, com grande participação das
comunidades, já fizeram limpeza na floresta e não há vestígios de existência de
homens armados da Renamo na província de Inhambane. A vida voltou à
normalidade, as escolas estão a funcionar, os professores e técnicos da Saúde
estão a desempenhar as suas actividades normalmente, as populações que tinham
abandonado as suas zonas de origem em Catine e Pembe, no distrito de Homoíne, e
em Pululo “A” e “B”, em Funhalouro, já estão a retornar às suas casas para
começar as colheitas da sua produção agrícola”, disse Omar, citado pelo
“Notícias”.Desde Abril do ano passado, Moçambique vive um clima de tensão
político militar, caracterizado por confrontos entre as Forças de Defesa e
Segurança (FDS) e homens armados da Renamo, cujo saldo são várias dezenas de
mortos. Até finais do ano passado, o principal palco desses confrontos era
a província de Sofala, centro do país, onde a Renamo possuía diversas bases.
Contudo, em Janeiro último, os homens de Afonso Dhlakama intensificaram a sua
presença em Inhambane, provocando a fuga generalizada da população em Homoíne,
particularmente nas localidades de Fanha-Fanha e Pembe, para procurar refúgio
seguro na vila sede do distrito.Volvidos alguns dias, houve outros confrontos
entre as FDS e os homens da Renamo, que se espalharam para outros distritos da
província, tendo em alguns casos saqueado bens em estabelecimentos comerciais.Segundo
o “Notícias”, os homens armados da Renamo abandonaram Catine em debandada,
escorraçados pelas FDS, e espelharam-se pela floresta em pequenos grupos,
avançando em direcção ao Save, em busca da saída para Gorongosa, Sofala, onde
se acredita ser a sua origem.O Comandante Provincial da PRM explicou que as
operações realizadas resultaram na captura de oito homens armados, bem como a
detenção de 95 pessoas suspeitas de ter ligação com a presença destes homens em
Inhambane.“Apertámos o cerco com o objectivo de estancar qualquer tentativa de
penetração de homens armados. As Forças de Defesa e Segurança tomaram posições
e estão a fazer movimentações regulares em todos os pontos da província. A base
foi tomada pelas nossas forças e tudo está sob controlo das autoridades”,
referiu a fonte.
segunda-feira, fevereiro 17, 2014
Brevemente, voltarei a capital
O Presidente Robert Mugabe, ordenou a ..........
Carta chega 100 anos depois
Uma carta escrita por um marinheiro britânico em 1916
durante a I Guerra Mundial, que tinha como destinatários os seus pais, foi
entregue à sua neta quase um século depois. Este facto insólito foi agora
divulgado pela biblioteca das ilhas Orkney, no norte da Escócia (Reino Unido). O
autor da missiva foi o marinheiro David John Phillips, apelidado como
“Dai”, que trabalhou na reparação de barcos nas ilhas Orkney durante o conflito
militar (1914-1918). A carta tinha como destinatários os pais do marinheiro, que
viviam no País de Gales. A missiva com quase cem anos está assinada com uma
frase: “Do vosso filho de jaqueta azul.” Com o objectivo de encontrar o autor
da missiva, a biblioteca publicou uma imagem da carta no seu blog na Internet e foi um
familiar distante no Canadá, interessado em conhecer as suas origens
genealógicas, que acabou por descobrir a neta do marinheiro. “Ligou-me há cerca
de uma semana e disse-me que eu deveria entrar em contacto com o arquivo da
biblioteca das ilhas Orkney”, relatou hoje a neta de David John Phillips.“Quando
vi a imagem no blog, fiquei a saber naquele momento que era o meu avô, reconheci
o nome e a morada na imagem da carta. Foi uma mistura de grande emoção,
surpresa e incredulidade”, acrescentou.O documento foi encontrado em 1980 atrás
de uma lareira de uma casa localizada nestas ilhas, que pertenceu ao marinheiro
e à sua mulher, e há cerca de um ano chegou aos arquivos da biblioteca.David
John Phillips casou-se em 1919 com Catherine Isabella Coghill Johnston, e
instalou-se nas ilhas Orkney com a mulher. Alguns anos depois, o casal mudou-se
para Llanelli (oeste do País de Gales), onde tiveram dois filhos.Cozinheiros declaram "guerra"
Dois famosos chefes franceses declararam guerra a
clientes que registaram fotos de seus pratos. Gilles Goujon, dono do restaurante L’Auberge du vieux
puits, em Fontjoncouse, no sul de França, que tem três estrelas no Guia
Michelin, é um dos maiores críticos dos fotógrafos amadores. Segundo o chef,
todas as vezes que alguém tira uma foto das suas criações e publica a imagem
nas redes sociais “acabam com a surpresa e um pouco da minha propriedade
intelectual“, disse Goujon ao site de notícias France TV Info. Outro
chefe de renome, Alexandre Gauthier, do restaurante La Grenouillère, em
Madelaine-sous-Montreil, no norte de França, foi além e decidiu incluir um
aviso no menu a proibir câmaras fotográficas – embora a fotografia não seja
totalmente banida no local. Gauthier lamenta o fato de que os clientes tiram
mais fotos da comida do que dos comensais em si. “Antes, as fotos eram da
família, da avó, e agora tiramos fotos da comida. Até fazer o tweet, ver os
“gosto” e responder aos comentários, o prato já está frio”, sentenciou. Mas nem todos os estabelecimentos gastronómicos têm a
mesma visão – alguns restaurantes em França decidiram mesmo oferecer cursos
de fotografia para pôr fim ao que alguns chefes consideram “o mal do século“.Um “acidente”
Um grupo de cientistas da universidade de Cornell, nos Estados
Unidos, e de Ulm, na Alemanha,criou acidentalmente o painel de vidro mais fino
já visto. O vidro tem apenas uma molécula de espessura. O novo vidro é composto
por apenas dois átomos de espessura, e foi batizado de 2-D Glass. A
descoberta ocorreu em 2012, mas só recentemente foi reconhecida pelos
representantes do Guinness – o livro dos recordes, para poder entrar na edição
de 2014 como “o vidro mais fino do mundo”.
Os cientistas autores da invenção tentavam criar grafeno –
uma placa bidimensional de átomos de carbono – quando notaram que havia alguma
coisa errada com a criação. Havia uma espécie de “sujidade” no resultado final
que, depois de analisada, se descobriu ser um composto formado por silício e
oxigénio. Por outras palavras: era vidro. Este “acidente” ocorreu graças a
uma fuga de ar, que fez com que o cobre reagisse com o quartzo do forno onde o
grafeno estava a ser produzido. Esta invenção é assim a mais recente numa longa
linha de invenções acidentais de produtos que era suposto serem outra coisa,
onde entre outros constam os ilustres Post-Its, Coca-Cola e papel mata-borrão. E
quais as prováveis utilidades da descoberta? No futuro, o material poderá ser
usado na produção de transístores, sem defeitos e ultra-finos, o que poderia
melhorar, por exemplo, o funcionamento e desempenho dos processadores de
smartphones e computadores.NA FOTO, a investigadora Pinshane Huang e o professor David
Muller com um modelo do vidro mais fino do mundo.
Vício das "selfies" e "likes" pode originar paranóia
A moda de tirar
auto- retratos com telemóveis – mais conhecidos como selfies – e
divulgar na Internet pode levar a problemas mentais, como depressões ou paranóia,
se não se obtiver reconhecimento público, advertiu uma médica tailandesa.“Prestar
demasiada atenção às fotografias publicadas, controlando quem as vê ou a quem
agrada ou comenta, com a esperança de atingir o maior número de likes [gostos]
é um sintoma de que as selfies estão a provocar um problema”, disse a
especialista Panpimol Wipulakorn, do departamento de saúde mental
tailandês, citada pela Efe. A médica assinalou que tais comportamentos poderão
dar origem a problemas cerebrais no futuro, especialmente aqueles que estão
relacionados com falta de confiança própria.“As selfies causam um impacto na
vida de cada indivíduo. Publicar fotos para encontrar a aprovação dos colegas
está na natureza do homem. Se fazemos algo e encontramos uma pequena recompensa,
voltaremos a repetir o acto”, explicou.
No entanto, esta
recompensa que é alcançar a aceitação social tem diferentes efeitos, dependendo
da pessoa: alguns contentam-se obtendo poucos likes, outros “necessitam” de
atingir o máximo que puderem e ficam “viciados” neste reconhecimento social,
adianta Panpimol. As pessoas que não atingem a quantidade de apoios esperados
optam por publicar uma nova selfie, mas se a resposta continuar a ser negativa
isso poderá afectar a confiança ou criar pensamentos negativos sobre si mesmo.A
segurança e a auto- estima são cruciais para o desenvolvimento do indivíduo
para alcançar a felicidade e a satisfação pessoal, aponta a médica tailandesa. A
carência causa ansiedade, dúvidas e a infelicidade do indivíduo, os quais podem
derivar em problemas maiores como a paranóia, depressão, comportamentos
ciumentos e personalidade susceptível, acrescenta.
A palavra selfie,
que designa uma foto que tiramos a nós próprios e que habitualmente colocamos
nas redes sociais, foi eleita como a “palavra do ano 2013″ pelos dicionários de
Oxford de língua inglesa. Uma das selfies mais célebres do momento foi tirada
pelo Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, junto aos seus homólogos do
Reino Unido, David Cameron, e Dinamarca, Hell Thorning, durante o funeral do
antigo chefe de Estado sul-africano e prémio Nobel da Paz, Nelson Mandela.A
médica tailandesa sublinha que, além dos danos pessoais, as selfies também
podem ter impacto no crescimento de países em desenvolvimento. Isto porque a
falta de confiança dos jovens pode criar uma nova geração “sem liderança”,
de pessoas “sem capacidade criativa e inovadora”.Por isso, hábitos como ser
observador, praticar desporto e ter actividades com familiares e amigos, ir ao
cinema ou viajar, são algumas das ideias defendidas pela médica para combater o
vício das selfies.
Trancou a porta e alterou o destino
Um avião da companhia
estatal da Etiópia foi forçado a aterrar no aeroporto de Genebra. As primeiras
informações apontavam para um sequestro por piratas do ar, mas a polícia suíça
anunciou mais tarde que o co-piloto entregou-se às autoridades e pediu asilo
político. O co-piloto, de 31 anos de idade, disse que se fechou na cabina
quando o comandante saiu para ir à casa de banho. Depois de ter assumido o
controlo do avião, comunicou com a torre de controlo e disse que se sentia
"ameaçado" no seu país de origem, avançou o porta-voz da polícia
local, Eric Grandjean. A alteração da rota do voo foi comunicada
pelo próprio co-piloto e o avião foi escoltado por dois caças Eurofighter. A
agência AFP diz que os aviões militares eram "provavelmente" da Força
Aérea italiana, mas o porta-voz do aeroporto de Genebra, Bertrand Stämpfli,
disse não ter certezas sobre essa informação. Apesar de se ter
rendido às autoridades e de não ter qualquer intenção de pôr em perigo a vida
de passageiros e tripulação, "tecnicamente, a infracção que ele
cometeu é uma tomada de reféns, a que corresponde uma pena máxima de 20 anos de
prisão", disse o procurador de Genebra, Olivier Jornot. Num breve
comunicado publicado no site oficial, a Ethiopian
Airlines refere que o voo ET-702 – que deveria fazer a ligação Addis
Abeba-Roma – "foi forçado a seguir para o aeroporto de Genebra"
e que "todos os passageiros e tripulação estão a salvo". O avião, um Boeing 767-300, saiu da capital da
Etiópia às 0h30 (23h30 de domingo em Moçambique) e aterrou por volta das 6h (7h em Moçambique)
em Genebra. Os passageiros e a tripulação saíram do aparelho cerca de duas
horas mais tarde. O avião transportava duas
centenas de pessoas e terá sido desviado da sua rota quando sobrevoava o Sudão,
de acordo com o site do
jornal diário Tribune de Genéve.domingo, fevereiro 16, 2014
Bate-se duro na Gorongosa
Em sérias
escaramuças que decorreram com intervalos , as
forças da guerrilha da Renamo susteram ontem (15) as unidades militares das
Forças Armadas de Defesa de Moçambique
(FADM) estacionadas em Satungira (Provincia de Sofala). Com efeito, na primeira
"jornada" de ataques as FADM resistiram com apoio da sua poderosa
artilharia anti-aérea. No final da manhã a Renamo tomou a iniciativa e os combates
duraram perto de 2 horas, segundo populares nas redondezas. As FADM acabaram por abandonar a zona de
combate, deixando algumas armas
como metralhadoras pesadas e bazucas. Na retirada, alguns militares
concentraram-se num antigo cemitério e
os mais "pressionados psicologicamente" recuaram em grupos ate
Nculomadzi, na localidade de Tazaronda, 15 km de Satungira onde se fala terem criado pânico entre populares,abatendo cabritos e porcos. Há informações, por confirmar de fonte independente, segundo as quais militares
de algumas unidades do exêrcito posicionadas em Kanda, 30 km, no outro extremo
da serra da Gorongosa terão abandonado os seus postos em
pequenos grupos, socorrendo-se de transportes privados ,em circulação na
estrada nacional. Continua a não haver dados credíveis quanto a possíveis baixas no seio da RENAM0 e das Forças Armadas de Moçambique.quinta-feira, fevereiro 13, 2014
Mão de ferro contra a fraude eleitoral
Será que vai pegar?
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