segunda-feira, janeiro 26, 2015

O Edil viajante

A fraca capacidade que se verifica na remoção de resíduos sólidos nos últimos dais, está preocupar os munícipes residentes na cidade de Quelimane, capital da província da Zambézia.Helena Mário José, residente no bairro Mapiazua que falou ao Diário da Zambézia, disse que a permanência destes resíduos na urbe, já ganhou contornos alarmantes. Por outro lado, a preocupação aumenta na medida em que a época chuvosa se faz sentir e aquele bairro tem ficado alagado neste período, dai que “com este todo lixo como vamos ficar se for misturado com água?” questionou a fonte.Bernardo Afonso, residente no bairro conhecido como Pequeno Brasil, entende que a edilidade não está preocupada com o bem-estar dos munícipes porque a situação começou agravou-se logo depois do actual presidente do Conselho Municipal ser declarado vencedor nas últimas eleições autárquicas. “Nós não sabemos porque é que o lixo não é removido, ao menos o Presidente ou Vereador viesse publicamente dizer que não temos meios para juntos procurarmos formas de como ultrapassarmos o problema. Não estamos a querer atirar a culpa para ele muito menos ao CMCQ, mas queremos saber, porque se continuar assim, teremos problemas sérios de saúde não há dúvida”, disse.Por sua vez Zebedeu Cristiano, residente no bairro no bairro Kansa considera a situação alarmante que necessita de uma resposta urgente por parte de quem de direito. Tudo porque segundo explica, fora da época chuvosa, também se aproxima a quadra festiva e “neste bairro remoção de lixo é uma novidade, nos temos ficado uma ou duas semanas com lixo no depósito. Exemplo claro é este silo que está aqui ao lado da escola Kalimany bem cheiode lixo e as pessoas já nem põem lá dentro por falta de espaço”, concluiu. Entretanto os munícipes residentes na cidade de Quelimane atribuem nota negativa ao desempenho do Presidente da autarquia Manuel de Araújo, durante seu primeiro ano do mandato (2014).E não só, não deixaram de falar das ausências constantes do edil durante o ano passado.Aliás, dizem não compreender como é que uma cidade fica dois a três dias sem recolha de lixo, mas que todos meses são descontados a taxa de lixo por parte da Electricidade de Moçambique(EDM) que depois canaliza este fundo ao Conselho Municipal local.

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